Em vez de nas tradicionais noites académicas de quinta feira ir sair com as pessoas e beber uns copos, vai ver um espectáculo do Filipe La Féria.
A vida é feita de escolhas difíceis. Muito difíceis.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Uma pessoa percebe que está a ficar adulta quando...
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Pessoas por esse mundo fora...
Antes de se decidirem a fazer power points com a matéria das aulas, aprendam a escrever português correcto.
Muito obrigada,
A gerência.
(Isto tudo porque daqui a um bocado tenho frequência de Gestão Financeira e não fosse o amor enorme que já lhe tenho, o meu professor tem uma dificuldade enorme em conseguir fazer mais do que duas frases coerentes seguidas.
Se eu podia fazer esta cadeira sem a sensação de auto-crucificamento e de reprovação iminente? Podia, mas não era a mesma coisa.)
sábado, 23 de abril de 2011
Assim só uma passagem rapidinha...
Para vos desejar uma óptima Páscoa :)
Não abusem dos ovos kinder, mandem-mos a mim que comigo já não há nada a fazer! Mais uma vez eu a zelar pelo vosso bem estar!
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Ajudem-me nesta dúvida, meus queridos. #2
Em conversas com a L. sobre um casal amigo dela com quem eu já me cruzei várias vezes, ela estava-me a contar sobre a última vez que esteve com a rapariga e que tinha ela tinha comentado que eles os dois (a rapariga e rapaz portanto, vamos chamar-lhes a Maria Alice e António Manuel.) tiveram uma discussão enorme, e a Maria Alice disse que dessa vez era uma coisa mesmo daquelas á séria e que a coisa ficava por ali e estava tudo perdido para todo o sempre. Pois, isto foi no dia 1. No dia 3 a Maria Alice e o António Manuel já estavam a coisa mais amorosa, mimimi, cutxi cutxi e coisa e tal um com o outro de novo. Eu nem estranhava muito isso, porque pronto, há relações que acabam por um motivo ou outro e depois recomeçam, tanto que já estive numa situação semelhante e que atire a primeira pedra quem não tem telhados de vidro. Mas pronto, recomeçar uma... duas vezes no máximo. Porque não se sabe o futuro, nem o que pode estar na origem dos finais, pode até nem ser problemas na relação em si mas em tudo o que envolve as pessoas. No caso deste casal, não é nada disso, é parvoíce no sentido mais puro da palavra e este é o recomeço número 6487... não, esse foi o do mês passado, este é o 6488.
Expliquem-me isto, por favor. Se uma relação não funcionou nas primeiras 4 mil vezes, porque é que é desta que vai funcionar? Quais é que foram as variáveis que mudaram para a coisa correr bem?
"Ah, a culpa é dos números. Quando chegarmos ao recomeço número 6666 é que vai ser de vez porque as capicuas trazem-nos sorte. E o 6 é número par e tudo!".
E o pior é que depois investem vários anos numa relação que está sempre aos soluços e que se formos a concentrar todo o tempo que estiveram realmente juntos, dá para aí uns 8 meses, se chegar a isso.
Não entendo, não consigo perceber porque é que as pessoas tendem a insistir em coisas que está mais que visto que não funcionam. Para mim não dava, eu não me sentia segura nem tinha paciência para uma relação que não fosse minimamente estável e estivesse sempre com medo de fazer planos porque sabia lá se nessa altura ia estar na fase on ou na fase off. Mas como diz a M. e com muita razão: "Só se estraga uma casa!"
E vocês meus queridos? São adeptos do "vale sempre a pena tentar mais uma vez" ou do "Não deu? Temos pena, passa para a próxima!".
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Amor e outros mistérios
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Porque é que numa semana eu consigo ser absolutamente feliz...
Férias = Dormir + Muita comidinha + Festa com os amigos + Ver muitos filmes + Ler muitos livros + Piscina ou praia.
Sou uma pessoa tão fácil de contentar.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Sabem qual é a melhor e mais cutxi cutxi coisa do mundo?
Ter um trabalho para entregar e faltarem uns 5 minutos e 23 segundos para a hora de entrega acabar.
O melhor sentimento mundo é quando na contagem decrescente dos 20 ou 30 segundos finais aparece no ecrã do computador aquela coisinha a dizer "A sua mensagem foi enviada". O alívio de entregar a tempo e não termos mais nada para fazer.
E sabem qual é o melhor sentimento que pode vir agregado a isso: Logo a seguir ao email ter sido enviado estarmos de férias.
Por isso meus senhores, senhoras, meninos, meninas, domesticadores de leões da Somália, vendedores de farturas de chocolate, devoradores de banda desenhada da turminha da Mônica:
HOJE È FESTA!
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Sweet party time,
Vida universitária
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Até me podem roubar o meu kinder bueno, que nem isso me chateia tanto.
Gozem comigo durante horas seguidas.
Roubem-me as minhas pipocas.
Mudem o canal de televisão quando eu estou concentrada a ver qualquer coisa.
Façam o que quiserem que eu respiro fundo algumas vezes e a coisa acalma.
Agora tentem acordar-me ás 6h da manhã com campainhas a tocar e gente a rir e a falar aos berros que a coisa muda toda. Interromper o meu sono torna-me uma assassina psicopata em potência.
Acho que vai haver algumas pessoas ás quais vai ser retirada a possibilidade de ter filhos um dia. Parece-me.
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Ódiozinhos de estimação
sexta-feira, 15 de abril de 2011
As coisas essenciais num jantar de amigos, em casa de um deles.
Entradas: Completamente dispensável.
Jantar e comida: Preferencial mas não obrigatório.
Cartas: Essencial. Obrigatório incluir o jogo "rings of fire" em que uma das regras tem sempre de ser "não dizer palavras da família beber" e uma das provas para comprar a carta da casa de banho tem de ser ir cantar para a rua ou pôr um homem a pedir outro em casamento.
Condutor Sóbrio: Muito conveniente, mas dispensável desde que haja linha de táxis / comboios disponíveis.
Garrafas de vinho / vodka / qualquer tipo de bebida com percentagem alcoólica destilada ou fermentada: Completamente essencial. Não se qualifica um jantar a sério se não existir um destes itens.
Agora já é mais ou menos tarde, tenho uma aula de condução daqui a umas horas e o "carrossel da alegria" não me larga.
A vida é dura meus amigos, muito dura.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
I can hear the bells!
Nunca achei piada por aí além a casamentos, tirando a parte dos vestidos de noiva que como boa rapariga que sou sempre tiveram um fascínio qualquer sobre mim.
Quando era miúda eram os eventos sociais da minha vida, correr o altar todo, com as alianças na mão toda orgulhosa como se me tivessem dado a tarefa mais importante enfiada naqueles vestidinhos horríveis cheios de lacinhos, tule e flores. Mas com o tempo perdi o encanto por eles, achava que era uma cerimónia completamente ridícula que só servia para gastar dinheiro e fazer show off quando se as pessoas queriam realmente assumir um compromisso podiam fazer de uma forma muito mais simples e mais íntima.
Até que em momentos mudei completamente de opinião.
Depois de um ano e meio a ajudar a organizar um casamento, a pensar em pormenores que nunca me tinham sequer passado pela cabeça, depois da busca pelo vestido, pelas ofertas, da escolha da ementa, do bolo e de tudo o que engloba um casamento o dia chegou.
E no domingo, quando vi uma das pessoas mais importantes da minha vida a casar-se, em segundos a minha opinião sobre casamentos estava completamente errada. Um casamento é uma coisa completamente diferente quando é alguém que faz parte de nós próprios, que nos moldou e nos acompanhou a vida toda.
Mudou quando vi a minha irmã com os olhos a brilhar e com o ar mais feliz do mundo. A ser entregue pelo meu pai, com o ar mais confiante de sempre. A mudar a vida dela em segundos, a tomar uma das decisões mais importantes que ela alguma vez tomou com uma certeza inabalável de que fez a escolha certa.
Afinal os casamentos não são apenas espectáculo. Servem para mostrar ás pessoas o que escolheram, o caminho que decidiram seguir e que estão confiantes no final feliz.
Durante anos sempre fomos a minha irmã e eu. Nós as duas contra qualquer coisa. E no momento em que eu percebi que o P. ia ser uma constante na nossa vida, que ele agora era a família dela, durante segundos fiquei com um pequenino sentimento de nostalgia de que já não íamos ser nunca mais nós as duas, que ia mudar tudo. Mas depois de ver a minha irmã era impossível continuar a ter. Ela está completamente feliz e isso é tudo o que eu posso pedir para ela. Este foi o casamento mais real e com mais essência a que assisti. O que faz com que tenha sido o melhor.
[ E eu sei que vocês estavam cheios de saudades minhas, mas estas coisas de casamentos e frequências ao mesmo tempo, não dá muito tempo para o resto.]
Afinal os casamentos não são apenas espectáculo. Servem para mostrar ás pessoas o que escolheram, o caminho que decidiram seguir e que estão confiantes no final feliz.
Durante anos sempre fomos a minha irmã e eu. Nós as duas contra qualquer coisa. E no momento em que eu percebi que o P. ia ser uma constante na nossa vida, que ele agora era a família dela, durante segundos fiquei com um pequenino sentimento de nostalgia de que já não íamos ser nunca mais nós as duas, que ia mudar tudo. Mas depois de ver a minha irmã era impossível continuar a ter. Ela está completamente feliz e isso é tudo o que eu posso pedir para ela. Este foi o casamento mais real e com mais essência a que assisti. O que faz com que tenha sido o melhor.
[ E eu sei que vocês estavam cheios de saudades minhas, mas estas coisas de casamentos e frequências ao mesmo tempo, não dá muito tempo para o resto.]
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Amor e outros mistérios
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Eu sei que vocês me querem ajudar!
Anda por aí algum perito em química / física nuclear, ou qualquer coisa que o valha?
Vou ter frequência de Química Alimentar II daqui a umas horas e dava-me mesmo jeito uma pessoa dessas para espetar uma bomba no meio da faculdade.
Mas avisem antes que é para ter tempo de avisar toda a gente e de tirar de lá a máquina de fazer gelados. Pode ser?
[Estou tão feita!]
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Aprendam comigo, meus queridos.
Vocês percebem que a despedida de solteira da vossa irmã correu bem quando ela começa a falar em língua gestual com uma garrafa.
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