domingo, 30 de outubro de 2011

E foi esta a minha vista de domingo!

Praia Cabana do Pescador, Costa da Caparica

Não me parece que possa pedir muito mais.
A não ser talvez, não ter de trabalhar amanhã!

Isto é que é vida!

Não há muitas coisas melhores do que um domingo de sol, com direito a um almoço à beira mar na melhor das companhias e o resto do dia com a promessa de um dia de feriado daqui a dois dias!
Perfeito!
Óptimo domingo para vocês :)

sábado, 29 de outubro de 2011

A sério, que mal é que eu vos fiz?

Pessoas que inventaram os relatórios de estágio, que mal é que a humanidade vos fez?
Onde é que as pessoas erraram para terem tamanho castigo?
Eu sou só uma criança!


Obrigadinha tempo, sim?

Uma semana em que parecia que o mundo ou ia inundar ou íamos a voar até à Austrália com o vento.
Trânsito cortado, cheias, chuva, muita chuva, vento, muito vento.
No dia em que eu tenho de começar a fazer o relatório de estágio, aí está ele. O sol, a rir-se na minha cara. Estúpido. 

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

E finalmente, a verdade abateu-se sobre mim.

A menos de um mês do meu estágio terminar, é que finalmente tive consciência de que não faço ideia do que vai ser  a minha vida daqui para a frente.
Não faço a mínima ideia e não poder planear coisas para daqui a um ou dois meses é uma coisa que dá a volta à cabeça, e ainda ver as notícias todos os dias e só ouvir tragédias só me faz ficar com depressões nervosas a cada dois minutos. 
Acho que finalmente fiquei consciente de que estou com um medo tremendo do futuro. 

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Corrida: 1 - Catarina: 0

Ter-me andado a armar em pessoa que até se mexe de vez em quando e sem ser só para ir buscar comida, bem que teve os seus proveitos.
Uma dor de pernas o dia todo que até baixar me fazia quase chorar. É isto que eu ganho por trair o sofá e mexer-me. Uma dor de pernas.
E amanhã há mais 5 km.  Oh Deus! Quando é que inventas sofás a rodas?

domingo, 23 de outubro de 2011

Os dilemas existenciais da Catarina. #2

Porquê que no dia anterior ao eu decidir começar a fazer exercício à séria é que tenho uma ressaca daquelas?
Porquê?
Isto é o mundo a dizer-me: "Não vás, entrega-te à procrastinação que só ela é que te salva!"
Obrigada mundo, pela mensagem clara de que o meu destino é mesmo ficar de rabinho sentado no sofá, quietinha.

sábado, 22 de outubro de 2011

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Catarina procura respostas blogosféricas.

Amigos, respondam-me.
O velhote é capaz de ter mesmo razão e o mundo acaba amanhã?
Digam-me lá da vossa justiça, porque se acaba mesmo não me vou estar a levantar ás 7h para ir trabalhar! 
O meu último sono é coisa preciosa. 

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Das (muitas) injustiças da vida.

Há pessoas que vivem a vida toda presos a filhos que não quiseram ter, que acabam por os desprezar, ignorar e educar (?) nas piores situações possíveis. 
Há filhos nascem com pais que são quase tão crianças como eles, que tiveram um azar de cometer um erro.
Há pais que nem condições para um gato têm mas têm um monte de filhos atrelados, muitos deles acidentais. 
E depois há os que querem mesmo ter filhos, que têm condições para lhe dar uma educação excelente e não conseguem.
É a quinta gravidez da M. A quinta que não corre bem. Sei o que ela sofre com isso e ultrapassa-me mesmo o facto de ela conseguir olhar em frente, preparar-se para uma nova tentativa e dizer que "quando tiver de ser, será". Ultrapassa-me o facto de ter sido ela a dizer que não devíamos criar muitas expectativas (como se fosse possível) , quando o suposto era ser o contrário. 
Ultrapassa-me ela conseguir ter este tipo de reacção, quando a mim só me vem à cabeça que merda de justiça divina é esta? Que merda de mundo é este em que as pessoas que nunca deveriam ter filhos os têm aos pontapés, enquanto quem realmente deveria sofre todos os dias com o facto de não conseguir? 
Que merda de mundo é este em que não deixa as pessoas serem felizes, quando os desejos delas são tão simples? 

domingo, 16 de outubro de 2011

Sem querer fazer publicidade, mas já a fazer!

Minhas senhoras (e senhores evidentemente), a minha prima arranjou um "extra" que consiste em vender artigos super amorosos para bebé, a maioria deles de marcas Americanas que não são fáceis de arranjar cá. 
Por isso, se quiserem ou conhecerem alguém que esteja gravidíssima ou a pensar em tal, façam o favor de lhe mostrar o blogue e o facebook dos produtos (ainda não tem muito, está mesmo no inicio  mas a evoluir!).
Muito obrigada e como dizia um colega meu, que Deus vos dê um menino ou dois! 

What better place to dream than in Paris?




Sim. Que melhor lugar para sonhar do que Paris?
Aliás, que melhor lugar para sonhar ser chef do que em Paris? A cidade da grande comida, dos grandes chefes e dos grandes sonhos? 
Como eu te compreendo, pequeno rato, como eu te compreendo! 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A coisa com mais sentido que eu vi nos últimos tempos.


E é isto que devíamos ter sempre em conta. Que ninguém nos obriga a fazer nada, tal como não temos o direito de obrigar ou proibir ninguém de fazer o que quer que seja só porque vai contra os nossos hábitos. Todos somos diferentes, felizmente, porque se gostássemos todos do mesmo era uma seca do pior e não tínhamos argumentos para fazer piadas! 

sábado, 8 de outubro de 2011

Planos de vida da Catarina: O que ela tenciona fazer no futuro.

Plano 1: Ganhar o euromilhões. Mas um dos prémios grandes. 15  milhões? Qué isso?

Ou, em caso do primeiro não funcionar...

Plano 2: Arranjar um marido giro e bilionário. E decente, não quero cá sacaninhas. 

Estou safa.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Ainda do Facebook...

Como se não bastasse o pedido de amizade, que visto que é meu pai não há volta a dar a não ser aceitar, a coisa não fica por aqui.
Agora mandou-me um pedido de relação familiar, em que me identifica como pai (não estavam à espera desta, han?). Já não bastassem os 52423 primos que lá tenho identificados, mais a irmã e o cão e o vizinho do lado, agora também lá tenho o pai.
Rapazes giros e milionários que porventura andem à procura de mulher no facebook, o senhor que me deu origem já fez questão de os espantar a todos. Qual é o milionário que vai querer uma miúda com pai que até na página social anda a dar o ar da sua graça?
Pai, o senhor que à 21 anos me tenta levar para uma vida do mais puro celibato! (E o pior é que nem anda a ser mal sucedido de todo!)

E antes que fiquem aí já a pensar, a minha página do facebook está fechada a estranhos. Até mesmo a estranhos milionários. Hmm, isso pode explicar algumas coisas...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Meeeeeedo!

O meu pai acabou de me adicionar no facebook!
O que eu temi este dia!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Nove anos. Como é que já passaram nove anos?

Hoje surgiste em conversa e foi das primeiras vezes que conseguimos falar de ti e rirmos-nos de histórias tuas, das tuas "estupidezes" tão características de forma natural. 
Lembrei-me que já passaram nove anos. Consegues imaginar? Nove anos? Parece que foi ontem. Fogo, parece que foi à alguns minutos! Estamos todos nove anos mais velhos, mas nem por isso menos parvos. Sabes como é, nunca vamos conseguir deixar de ser uma família completamente idiota. Mas a melhor de todas, na mesma. A vida mudou muito em nove anos. A M. está a tentar engravidar depois de quatro que deram mal, estamos todos a torcer por ela como nunca. Ela e o J. continuam como sempre, o super casal do século, mas lá está, parvos como sempre. O T. assentou, está junto há 5 anos. E sim, com a mesma. Consegues imaginar? O T. com alguém mais de um mês? Já têm a casa que ele sempre disse que ia ter, com piscina e cheia de cães! A tua irmã está na mesma, a voz da consciência de nós todos, ela e o N. estão a pensar ir viver juntos. O teu irmão está licenciado, a trabalhar na área e feliz e mulherengo como só ele consegue ser. É o que dá ser tão giro! A minha irmã casou-se. Está completamente feliz. Aposto que ela se ia rir na tua cara e dizer "Vês como arranjei alguém que me aturasse? Toma!!"  A T. tem dois filhos! Dois! Sim, dois, já! Devias vê-los, os putos são o máximo! O C. está como sempre, a curtir e a aproveitar a vida só como ele sabe.  Agora tem um filho (Sim, o C. tem um filho!!), foi baptizado com o teu nome. E sacaninha como ele é, acho que não é só o nome que ele vai herdar de ti! A A., o H., os D's., , já não são mais as crianças que conhecias. Estão grandes, a fazer pela vida. A C. já não conheceste, mas é a cara da mãe! Ela e a I. são iguaizinhas!Devias ver os D's nas primeiras aventuras com as miúdas, só rir!
Eu estou aqui, era uma criança quando isso aconteceu, tornei-me adulta a sentir a tua falta. Ainda não compreendo o porquê do que aconteceu e sei que isso é uma questão que me vai assombrar toda a vida. Cresci a ter de viver contigo apenas na consciência, a sentir que faltou sempre alguma coisa. Mas sei que isso me tornou mais forte, me ajudou a lidar de outra forma com a dor e sei que grande parte do que me tornei é porque já tive de passar por algo que me obrigou a ver as coisas de outra maneira, me obrigou a tornar mais humilde e menos inconsciente. O que fez com que de alguma forma, mesmo sem estares presente, me ajudaste a crescer tal como fazia quando cá estavas.
A vida é a mesma por aqui, os natais e a páscoa são iguais a sempre. Os encontros de família nunca mudam. Somos nós, apenas nove anos mais velhos. Os teus pais, os meus pais, o resto dos tios, os avós, nós todos, nunca mais fomos os mesmos depois de ti. Foi isso que mudou. A tua presença. 
Passaram nove anos e aqui estamos nós. Continuamos a discutir, a rir,  a conversar horas seguidas em volta de uma mesa. A fazer coisas parvas e a gozar uns com os outros. 
Nove anos desde que foste. Nove anos em que nunca mais fomos os mesmos. Em que descobrimos o que é sentir todos os dias a falta de uma pessoa. Em que sentimos na pele o tom preto que ás vezes a vida pode ter. Nove anos em que a palavra "saudade" está connosco a toda hora. Em que choramos ás escondidas para não lembrar os outros de tudo o que já nos fez chorar. Nove anos mais velhos, mas a sentir a tua falta com a mesma intensidade de sempre. Nove anos mais velhos, mas com a tua presença imortal sempre ao nosso lado. O que nos acalma é sabermos que de alguma forma, ainda vamos estar juntos de novo. Estúpidos como sempre, felizes sem a sensação que há sempre alguma coisa que falta. 
Adeus H. Foi bom falar contigo. É bom lembrar-me da tua presença de vez em quando, mesmo quando a tua ausência é sentida todos os dias. 

Está a dúvida instalada!

Faço ou não faço um facebook para o bicho?
É que é coisa para me dar um trabalhinho que preguiçosa como só eu,não sei se quero ter!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Queridos senhores da rede de transportes públicos de Lisboa.

Obrigada por ter de ficar seis horas, sim, SEIS HORAS, à espera numa fila só para entregar a merda de um papel e ter de fazer a renovação de um passe. 
Estão totalmente num bom caminho para convencer as pessoas a deixarem de andar de carro e começar a andar de transportes. 
Só tenho uma palavra para vocês: ODEIO-VOS! 

domingo, 2 de outubro de 2011

Não queiras trazer o passado de volta. Ás vezes não faz bem.

Nunca quis que me achasses perfeita, quis que me quisesses como sou, com defeitos incluídos. Nunca quis que achasses o meu feitio admirável, quis que risses comigo nos momentos maus, que batesses o pé quando eu fazia birras.
Quis que me desafiasses, nunca que aceitasses o que não querias por ser mais fácil de lidar. 
Quis valer o esforço, não ser um porto seguro.
Quis conquistar e ser conquistada todos os dias, nunca quis a garantia do para sempre.
Não te quis dar todos os segundos da minha vida, mas quis dar-te uma grande parte dela.
Não quis ser a única pessoa na tua vida, mas quis ser aquela que tu querias que fizesse parte dela.
Não quis que pensasses em mim em todos os segundos do teu dia, mas quis que sentisses a minha falta quando eu não estava contigo.
Não quis ser o teu “dream come true”, quis que fosses feliz comigo.
Não te dei tudo o que tinha, mas entreguei-te de mãos abertas aquilo que sabias poder partir com muita facilidade, como fizeste. Tal como nunca quis fazer o mesmo contigo, como também fiz. Não existe um lado certo, existem erros e culpas a dividir de forma igual.
Mas o que não está feito para ser, não o é. O tempo passa e ajuda a esquecer.
E agora não vale a pena voltar atrás no livro e descobrir que poderia ter sido escrito de forma diferente, porque não foi. Podes voltar para a minha vida, continuas a ser uma parte dela, sempre serás. Mas por favor, não voltes para tentar corrigir os erros antigos, para me fazeres pensar que ainda há alguma coisa a ser salva. Sabes aquilo que foste, que és, que sempre vais ser. Mas não tentes ver no futuro, aquilo que não conseguimos ver no passado.
Não queiras reescrever uma história que já acabou, sem teres a certeza que desta vez lhe consegues dar um final feliz.