sexta-feira, 7 de setembro de 2012

A minha irmã e a melhor amiga dela, chamada paranóia.

Depois de ter um dia de "Me time"  e de não contar à minha irmã os planos que tinha para hoje, ela de alguma forma relacionou logo os dois e entrou no estado mais normal dela: Cusquice Extrema. 
Insistiu durante horas bastante convictamente e utilizou muitas desculpas, como: "Eu preciso de saber. Imagina que te acontece alguma coisa e e tenho de te ir buscar. Preciso de saber como te encontrar...". e continuou a insistir e insistir e criar todo o género de situações possíveis de eu ter combinado.
A ironia desta situação é que  grande parte das vezes eu não lhe conto precisamente porque adoro ver o ar desesperado dela e os olhos de cãozinho abandonado a tentar saber tudo. 
Entretanto ela parou durante um bocado de me chatear e quando eu pensei que ela já tinha desistido, vem a gritar ter comigo: "É UM RAPAZ, NÃO É? TENS DE ME DIZER! É UM RAPAZ???!"  Assim mesmo, como se tivéssemos 12 e 16 anos e não 22 e 29. 
E então eu desisti e disse-lhe o que ia fazer. 
É que quando a situação é entre mim e os níveis de curiosidade mórbida que correm no sangue da minha irmã, eu realmente não tenho a mínima hipótese de ganhar. 

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