quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Eu caso de já se estarem a perguntar o que é que me vão oferecer de prenda de aniversário, e eu sei bem que já estão....


Pode ser uma raposa do árctico. (Ártico? Nunca sei.) 
Já viram bem aquele focinho mais fofo-cutxie-dá-vontade-de-apertar??
E como eu sei que já estão a considerar a possibilidade, não se esqueçam que com a raposa tem de vir o chalé na neve para eu a poder manter. 


(Julho, eu faço anos eu julho. Dá tempo que chegue para vocês, não dá?) 


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Resoluções de ano novo: Como estragá-las em menos de um mês.

1. Não beber mais álcool.
Arruinada aproximadamente 10 minutos depois do ano começar. 

2. Deixar de fumar. 
Exactamente a mesma coisa que aconteceu com a alínea 1. 

3. Fazer mais exercício.
Ok, esta ainda estou a tempo. Ainda faltam mais de 11 meses! E já corri umas quatro vezes este ano, o que deve ser um terço do total do ano passado. 

4. Começar a acordar cedo.  
Ah, ah, ah! 

5. Começar a ter uma alimentação saudável. 
Em minha defesa, eu nunca acreditei muito nesta de qualquer maneira. 

6. Deixar de implicar as pessoas e melhorar o mau feitio. 
AH AH AH! A sério que eu tentei... por aproximadamente 30 minutos. 

Ainda estamos praticamente a meio de Janeiro e as minhas resoluções já foram.
Todos, todos os anos a mesma coisa!

domingo, 20 de janeiro de 2013

Sabes que há algo de muito errado contigo, quando...

Está a chover um oceano inteiro lá fora, um frio do ca***** e tu já estás com roupa de desporto, mp3 na mão e prontinha para ir correr 3 km. 

(Será que isto é daquelas últimas forças de vida que dizem dar ás pessoas antes de irem desta para melhor?) 

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Hoje é um dia bom.

Depois de cinco gravidezes falhadas, uma delas que a fez estar quase entre a vida e a morte e abortos que lhe tiraram o direito que as grávidas têm a serem absurdamente felizes durante os nove meses. 
Depois de tratamentos e tratamentos falhados. 
Depois de muitas lágrimas, muito desespero e muitos apertos no coração. 
Depois de muita revolta  e muito sentimento de injustiça com as pessoas que engravidam sem quererem nos dias de hoje, que não têm condições nem vontade de ter filhos e os têm aos pontapés, enquanto quem realmente quer isso vê os dias passar sem o conseguirem realizar. 
Depois de mais uma gravidez de alto risco sem nos atrevermos a sonhar muito alto, não fosse acontecer como nas outras.
Depois de tudo isso, hoje é um dia feliz.
Porque hoje a M. deu à luz o pequeno V. 
Depois de ter sofrido tanto ela hoje finalmente teve aquilo porque lutou durante vários anos. 
Por isso, sim, hoje é um dia muito bom. 

Bem vindo à família (e ao mundo) pequeno V. :) 
Nós somos todos um bocado psicóticos, mas até somos boa gente e tu acabas por te habituar! 

Pronto, crucifiquem-me. Desta vez eu deixo.

É oficial. Eu acho que sou a única pessoa que não acha este actor nada de especial e não percebe tanto fascínio à volta dele.
São gostos.

Channing Tatum

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Um dia...

Percebes que amor é quando sentimos as dores das outras pessoas como se fossem as nossas.
Infelizmente, hoje é um desses dias.

(E não estou a falar de paixão, de amores do momento. Estou a falar do amor que temos pelos pais, pelos irmãos, pelas pessoas que estão sempre na nossa vida. Aquele amor que nunca acaba.) 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Thanksgiving é quando a Catarina quer.

Há dias em que acho que devo agradecer as pequenas coisas que fazem os meus dias mais bonitos. O que hoje inclui;
Obrigada Goodreads, por seres diariamente a minha biblioteca pessoal. Já não sei viver sem ti.
Obrigada Katie McGarry por fazeres livros fofinhos e suaves, numa altura em que suave é precisamente o que eu preciso.
Obrigada Suiça por fazeres chocolates bons.
Obrigada Tempo Livre por estes bocados de pura perfeição, a ler e a enfardar chocolates. (Como se quer, portanto.)
Obrigada tempo por estares frio quando eu posso estar fechada em casa a ler e a enfardar chocolates.

E vocês, a que é que agradecem hoje? :)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Gosto. MUITO.

Julianne Hough.
Mas pronto, eu sou suspeita porque adoro vestidos brancos de praticamente todas as formas.


ADORO! 
Michelle Dockery.
Acho que me apaixonei. O melhor da noite, para mim
.
Não gosto. NADA! 
Lena Dunham.
A sério, nunca sei o que se passa com esta rapariga. 



domingo, 13 de janeiro de 2013

O imprevisível ou das coisas que me assustam a sério.

Todos os dias vejo cada vez mais pedidos de ajudas, pessoas que não têm o que vestir, que praticamente não conseguem pagar a casa e em casos extremos, nem dinheiro para comida têm. Pessoas que estão desesperadas e a quem pedir a ajuda de estranhos é a última opção.
E o que me assusta nisto tudo é que muitas delas não são pessoas que estragaram a vida. Não se meteram em vícios perigosos, não gastaram o dinheiro onde não deviam, não viviam acima das possibilidades. 
Eram pessoas absolutamente normais, como eu, como vocês, como o meu vizinho do lado. Pessoas que tiveram o azar de ficar sem emprego, de não conseguirem arranjar mais nada e de ficarem sem o que conseguiram conquistar. Pessoas a quem uma imprevisibilidade lhes estragou tudo. 
É por coisas destas que o imprevisível me dá um medo desgraçado. Porque sou aquela pessoa normal, que nunca passou dificuldades.
Embora não viva no luxo absoluto também não sei o que é não ter dinheiro sequer para os bens essenciais. Felizmente não sei o que é ter de esticar a carteira para a comida chegar ao fim do mês. Não sei o que é querer comprar um livro, uma camisola ou até mesmo ir ao cinema e não poder. E assusta-me muito a possibilidade de poder vir a ter de saber, a ter de ser uma dessas pessoas a quem a última opção foi pedir a ajuda de estranhos, mesmo que isso lhes custe a própria alma. 
Assusta-me o imprevisível, assusta-me saber que estou bem agora e daqui a cinco minutos posso não estar e assusta-me mais ver cada vez mais gente a ser atingida com isso e não saber se um dia não serei eu também. 

Ainda é muito tarde para ter cinco anos outra vez?  

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Querido Ex:



Estamos entendidos?
Beijinhos, 
Catarina. 

Tem dias...

Em que parece que não acontece nada nada nada, quase que se vêm as bolas gigantes de cotão a flutuar tal como num filme do Lucky Luke
E depois há aqueles em que a partir do momento em que acordo parecem um filme do Mr. Bean
Hoje de manhã já consegui cair abaixo da cama ao levantar-me (!!), caí outra vez a entrar na casa de banho, a torradeira cuspiu-me as torradas na cara (Ok, esta estava a pedi-las.) e consegui despejar meia chávena de café em cima de mim, da mesa e um bocado por toda a cozinha. 
Pelo menos tenho sempre a certeza que por muito que a minha vida mude, a trapalhice e a atracção natural  para o desastre nunca vão deixar de ser as minhas melhores amigas.

Arre,q'isto-tem-dias! 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Daquelas coisas que vocês têm mesmo que experimentar!


Ponham os phones nos ouvidos, o som perto do máximo e fechem os olhos.
A sério que não se arrependem! É genial.
(E eu algum dia vos mostrei alguma coisa má?)

Como transformar uma pessoa num assassino em uma lição.


"O meu maior problema é ter falta de tempo e a minha maior conquista era ter uma mala Chanel." 

Mesmo ignorando a forma de falar à menina-de-doze-anos-que-quer-um-pónei e aceitando o facto de que existem pessoas com uma vida mais simples do que a do comum mortal, este video continua a irritar-me de sobremaneira. 
Todos somos um bocado fúteis, não vamos andar aqui a mentir, mas fazer da futilidade uma forma de vida é um defeito, não de todo uma qualidade. 

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Razões porque eu nunca poderia ser uma fashion blogger.


E com pontos e tudo, que é para ficar bonito. 

  • Não gosto daquelas botas Jeffrey Campbell, as Lita. Acho-as masculinas, matrafonas e feias. E o facto de toda a gente as ter e de haver imitações rasca em tudo quanto é lado, não ajuda.
  • Acho aquelas sapatilhas da Isabel Marant a coisa mais feia desde a invenção das ditas cujas já referidas, as Lita. Pelas mesma razões acima citadas.
  • Não tenho paciência para me fotografar todos os dias. Tal como não tenho amigas que tenham paciência para me tirarem fotografias todos os dias. (Sim, eu sei, amigos novos!)
  • Não tenho dinheiro para seguir TODAS as tendências. Pelo que tenho de seleccionar aquelas que gosto mesmo e nunca vou parecer saída de uma Fashion Week (E com as fotos que se vêm lá... ainda bem!). E mesmo se tivesse recursos ilimitados não tinha gosto para seguir pelo menos metade delas. O clássico e intemporal é uma coisa tão bonita.
  • Embora as coisas de graça sejam por demais tentadoras, não me ia sentir confortável a falar de produtos que muito possivelmente nem iria experimentar. Além que não sou muito boa mentirosa. Deixei de o ser quando deixei de precisar de usar as frases: "Sim mãe, estivemos a estudar." e "Eu juro que não bebi nada!!"
  • A sério, qual é a cena das tachas? E das camisolas de super herói? 
  • Salvo uma ou duas coisas, não gosto das colecções especiais da H&M. E acho o preço ridiculamente caro para uma loja que, não esqueçamos, vai ser SEMPRE a H&M.
  • POR FAVOR, ALGUÉM ACABE COM AS TACHAS!!!! Ver senhoras com idade para ter juízo com coisas dessas em mini saias, sapatos, camisas e possivelmente até na roupa interior é coisa para me dar dores de cabeça. 
Eu sei, sou a pequena vergonha das fashionistas. Mas o que é que se pode fazer? 

AH, BOM DIA PEQUENOS BISCOITOS! (Sim, hoje estou de bom humor.) 

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Eu sei que é muito difícil, mas por favor, não gozem comigo! :(

Hoje estou com esta música na cabeça: 


Agora vamos todos esquecer este pequeno percalço e fingir que isto nunca aconteceu. 
Até amanhã pequenos donuts

Coisas de extrema importância com as quais as pessoas deste pequeno país devem certamente indignar-se.

Orçamento de Estado 2013? Errado.
Cortes nos ordenados e subsídios? Não.
Maior carga fiscal da Europa? P'ra quê?
Probabilidade alargada do nosso presidente da república ser na verdade um zombie com capacidades orais limitadas e um dicionário mental de 500 palavras? (Bocejo)

O Cristiano não ganhou a bola de ouro? MAS QUE MERDA VEM A SER ESTA??

(A sério, pessoas? A sério? Não existe mesmo nada mais importante para se indignarem do que isto?)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

[...]

A pior parte do tempo passar e as coisas deixarem de ser acontecimentos recentes para passarem a serem memórias é que só as lembranças boas é que vão ficando. 
Tudo o que foi mau começa a ficar esquecido e a levar-me a perguntar porque é que as coisas correram daquela forma e acabaram daquela maneira.
Então tudo o que tenho de fazer é relembrar mentalmente tudo o que aconteceu, todas as razões que me levaram a tomar a decisão que me trouxe até este ponto e voltar a perceber e a respirar de alívio, que continuo a achar que foi a melhor decisão que poderia ter tomado e que ainda consigo ser forte o suficiente para aguentar as minhas escolhas e as consequências que elas me trouxeram. 
Mesmo quando do outro lado ele voltou a tentar fazer-me voltar atrás e esquecer tudo o que me trouxe até aqui. Mesmo quando eu enfraqueço e tenho de me lembrar constantemente de que tudo está melhor assim
Mesmo quando era tão mais fácil ceder. 
Mas também ninguém disse que ia ser fácil, pois não? 

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Olá, '13.

Dizem que o 13 é o número do azar, eu sinceramente espero que estejam todos errados. 
Para mim 12 foi o número do azar, este foi sem sombra de dúvida um dos piores anos que eu já tive. E não fossem duas situações bastante dolorosas em dois outros anos anteriores e este tinha sido mesmo o pior ano de sempre. 
Não me consigo lembrar de uma única parte da minha vida, a nível pessoal, profissional ou familiar que consiga dizer que correu bem. Porque não houve nenhuma. 
Desde o final de uma relação de vários anos que custou a aceitar, desde o final da faculdade ao mundo negro do mercado de trabalho, desde a falta de oportunidades aos objectivos que não conseguiram ser cumpridos, até à perda de familiares e problemas familiares graves que passaram e outros que não estão perto de serem resolvidos. 
Posso dizer que o meu ano foi paralelo à situação do país, cada dia pior, cada dia menos esperança e menos vontade de lutar. 
Dizem que o número 13 é o do azar mas eu estou a depositar todas as minhas esperanças nele porque o 12 vai-me ficar entalado na garganta durante muito tempo. 

Para vocês, espero que o 13 também não seja o número do azar exactamente da mesma maneira que o espero para mim.
Um óptimo ano pequenas delícias de morango! :)