sábado, 30 de julho de 2016

Nobody said it was easy...

 Há pessoas que se tornam especiais, mesmo quando sabemos que essa não é a melhor ideia. Por mais fortes que os sentimentos que nutrimos por elas, às vezes as coisas simplesmente não resultam.
Às vezes o tempo não é o certo, as circunstância são erradas, as vossas vidas estão em fases diferentes e não se vê maneira possível de poder equilibrar as coisas.

Por muito especial que essa pessoa seja, o tempo passa. Mas os sentimentos ficam e ambos insistem em esconder algo que eles sabem que só vai causar mais problemas se estiver a céu aberto. E vocês esperam que um dia as vida dê uma volta, as circunstâncias mudem e possam finalmente ficar juntos.
O tempo passa, mas a esperança fica.

O que vocês não se apercebem é que apesar do tempo manter as coisas inalteráveis aos vossos olhos, o mesmo não acontece com a outra pessoa. A vida avança e a outra pessoa avança com ela.
Até que um dia, numa visão enublada que parece quase irreal, vocês vêm a outra dar o passo definitivo, de mão dada com outro alguém a desaparecer nessa mesma nébula.

Como é que reage a um inesperado pontapé no estômago? Como é que anda em frente quando se passou tanto tempo a tentar equilibrarmo-nos no mesmo lugar?

O que acontece depois de reconhecermos o som do coração a partir-se em dois? 

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Vamos falar de... hmmm... filmes.

Como amante da Disney e de todosos remakes que eles decidem fazer, decidi ver o Tarzan.
Eu vou ser honesta, o filme em si é engraçado e tal, e se são fãs da Disney como eu, certamente irão gostar, mas isso não é o que faz este filme.

Sabem o que é? Quase duas horas de Alexander Skarsgar, grande parte delas em tronco nu. Mulheres, homens, apreciadores de uns bons abdominais masculinos, ide ver. IDE!!


 (E não digam que não sou vossa amiga!) 

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Do Euro 2016.

Tinha de pôr uma pausa na minha (muito) atribulada vida e comentar a vitória de um país que apesar de já não ser aquele em que vivo, será sempre o meu.

Fomos atacados, gozados e insultados durante todo o campeonato europeu. Fomos a equipa que passou "por sorte", o país pequeno e inisginficante sobre quem ninguém pensou duas vezes, segundo os jornalistas franceses, a equipa "nojenta" que não merecia ter passado a fase de grupos (a verdadeira definição de ironia, eh?).

Mas há uma coisa que as pessoas não sabem sobre Portugal e as suas pessoas: Nós somos sacanas teimosos. Quanto mais nos subestimam, mais nós os queremos provar errados.

E desta vez mostrámos a uma Europa inteira, que sim, somos pequenos. Mas que a vontade e a dedicação serão sempre muito mais importantes que o tamanho.
Pequenos, mas orgulhosos.
Pequenos, mas grandes.




De uma Portuguesa que mesmo a milhares de km, gritou como se estivesse no meio dos festejos em Portugal.