Quando alguém inventar uma forma de desaparecer com aquele sentimento, aquele nó no fundo do estômago, que nos diz que as férias acabaram e a vida real está de volta... eu pago o que for preciso.
A sério, qualquer coisa.
Especialmente depois de duas semanas de tempo espectacular em Portugal, para ser literalmente recebida por chuva no aeroporto ao aterrar. Sim, estou de volta a Londres.
O verão está oficialmente acabado e a vida real está de volta. Caraças.
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
A sério, eu vendo tudo o que tenho em troca!
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sábado, 30 de julho de 2016
Nobody said it was easy...
Há
pessoas que se tornam especiais, mesmo quando sabemos que essa não é a melhor
ideia. Por mais fortes que os sentimentos que nutrimos por elas, às vezes as
coisas simplesmente não resultam.
Às vezes
o tempo não é o certo, as circunstância são erradas, as vossas vidas estão em
fases diferentes e não se vê maneira possível de poder equilibrar as coisas.
Por
muito especial que essa pessoa seja, o tempo passa. Mas os sentimentos ficam e
ambos insistem em esconder algo que eles sabem que só vai causar mais problemas
se estiver a céu aberto. E vocês esperam que um dia as vida dê uma volta, as circunstâncias
mudem e possam finalmente ficar juntos.
O
tempo passa, mas a esperança fica.
O
que vocês não se apercebem é que apesar do tempo manter as coisas inalteráveis aos
vossos olhos, o mesmo não acontece com a outra pessoa. A vida avança e a outra
pessoa avança com ela.
Até
que um dia, numa visão enublada que parece quase irreal, vocês vêm a outra dar
o passo definitivo, de mão dada com outro alguém a desaparecer nessa mesma
nébula.
Como
é que reage a um inesperado pontapé no estômago? Como é que anda em frente
quando se passou tanto tempo a tentar equilibrarmo-nos no mesmo lugar?
O
que acontece depois de reconhecermos o som do coração a partir-se em dois?
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Vamos falar de... hmmm... filmes.
Como amante da Disney e de todosos remakes que eles decidem fazer, decidi ver o Tarzan.
Eu vou ser honesta, o filme em si é engraçado e tal, e se são fãs da Disney como eu, certamente irão gostar, mas isso não é o que faz este filme.
Sabem o que é? Quase duas horas de Alexander Skarsgar, grande parte delas em tronco nu. Mulheres, homens, apreciadores de uns bons abdominais masculinos, ide ver. IDE!!
Eu vou ser honesta, o filme em si é engraçado e tal, e se são fãs da Disney como eu, certamente irão gostar, mas isso não é o que faz este filme.
Sabem o que é? Quase duas horas de Alexander Skarsgar, grande parte delas em tronco nu. Mulheres, homens, apreciadores de uns bons abdominais masculinos, ide ver. IDE!!
(E não digam que não sou vossa amiga!)
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segunda-feira, 11 de julho de 2016
Do Euro 2016.
Tinha de pôr uma pausa na minha (muito) atribulada vida e comentar a vitória de um país que apesar de já não ser aquele em que vivo, será sempre o meu.
Fomos atacados, gozados e insultados durante todo o campeonato europeu. Fomos a equipa que passou "por sorte", o país pequeno e inisginficante sobre quem ninguém pensou duas vezes, segundo os jornalistas franceses, a equipa "nojenta" que não merecia ter passado a fase de grupos (a verdadeira definição de ironia, eh?).
Mas há uma coisa que as pessoas não sabem sobre Portugal e as suas pessoas: Nós somos sacanas teimosos. Quanto mais nos subestimam, mais nós os queremos provar errados.
E desta vez mostrámos a uma Europa inteira, que sim, somos pequenos. Mas que a vontade e a dedicação serão sempre muito mais importantes que o tamanho.
Pequenos, mas orgulhosos.
Pequenos, mas grandes.
De uma Portuguesa que mesmo a milhares de km, gritou como se estivesse no meio dos festejos em Portugal.
Mas há uma coisa que as pessoas não sabem sobre Portugal e as suas pessoas: Nós somos sacanas teimosos. Quanto mais nos subestimam, mais nós os queremos provar errados.
E desta vez mostrámos a uma Europa inteira, que sim, somos pequenos. Mas que a vontade e a dedicação serão sempre muito mais importantes que o tamanho.
Pequenos, mas orgulhosos.
Pequenos, mas grandes.
De uma Portuguesa que mesmo a milhares de km, gritou como se estivesse no meio dos festejos em Portugal.
domingo, 27 de dezembro de 2015
Eu sei que o Natal já passou, mas...
Pela primeira vez em 25 anos de vida passei o Natal longe da minha familia.
A viver em Londres e longe de casa pela primeira o meu Natal foi passado a trabalhar e muito diferente do que sempre foi.
Não houve bacalhau, não houve arroz de polvo, nem vinho tinto português ou bolo rei. Não houve trocas de prendas ás 11h da noite porque está tudo ansioso demais para esperar pela meia noite.
Fiquei a dormir no hotel e durante duas noites dormi de graça numa suite de um hotel de 5 estrelas no centro de Londres (nem tudo é mau) e passei o natal a beber cerveja inglesa e a festejar com uma familia diferente... aquela que criei aqui e que vejo todos os dias.
Senti muitas saudades de casa, talvez a noite que mais que custou estar fora de Portugal e em que me apercebi que a vida lá continua e tenho um oceano a separar-me daquela vida calma que já não é a minha.
Foi quando me apercebi que em vários meses cresci mais do que em 25 anos... percebi que o Natal não é só prendas, bacalhau, vinho e bolo-rei, é entender que há sacrificios que valem a pena. É perceber que mesmo a centenas de kilometros de distância as pessoas que interessam estão lá seja de que maneira for. É perceber que nem todas as familias são biólogicas e algumas são formadas pelas circunstâncias.
E quando ás 11h30 acabei o trabalho, tive uma sessão de skype com a minha familia e a minha avó de 80 e muitos anos que nunca se deita depois das 10, quando os meus tios e tias que não fazem ideia de como é que um smartphone funciona, quando os meus pais e a minha irmã se sentam todos juntos a olhar para um ecrã de um computador, estavam lá todos a desejar-me um feliz Natal e a cantar-me músicas de Natal vindas de tão longe, é que realmente me apercebi que "home is where the heart is",
E o meu está em muitos lados.
Espero que tenham tido um Natal espectacular.
Agora um brinde a um fantástico ano novo!!!
A viver em Londres e longe de casa pela primeira o meu Natal foi passado a trabalhar e muito diferente do que sempre foi.
Não houve bacalhau, não houve arroz de polvo, nem vinho tinto português ou bolo rei. Não houve trocas de prendas ás 11h da noite porque está tudo ansioso demais para esperar pela meia noite.
Fiquei a dormir no hotel e durante duas noites dormi de graça numa suite de um hotel de 5 estrelas no centro de Londres (nem tudo é mau) e passei o natal a beber cerveja inglesa e a festejar com uma familia diferente... aquela que criei aqui e que vejo todos os dias.
Senti muitas saudades de casa, talvez a noite que mais que custou estar fora de Portugal e em que me apercebi que a vida lá continua e tenho um oceano a separar-me daquela vida calma que já não é a minha.
Foi quando me apercebi que em vários meses cresci mais do que em 25 anos... percebi que o Natal não é só prendas, bacalhau, vinho e bolo-rei, é entender que há sacrificios que valem a pena. É perceber que mesmo a centenas de kilometros de distância as pessoas que interessam estão lá seja de que maneira for. É perceber que nem todas as familias são biólogicas e algumas são formadas pelas circunstâncias.
E quando ás 11h30 acabei o trabalho, tive uma sessão de skype com a minha familia e a minha avó de 80 e muitos anos que nunca se deita depois das 10, quando os meus tios e tias que não fazem ideia de como é que um smartphone funciona, quando os meus pais e a minha irmã se sentam todos juntos a olhar para um ecrã de um computador, estavam lá todos a desejar-me um feliz Natal e a cantar-me músicas de Natal vindas de tão longe, é que realmente me apercebi que "home is where the heart is",
E o meu está em muitos lados.
Espero que tenham tido um Natal espectacular.
Agora um brinde a um fantástico ano novo!!!
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Porque o feminismo ainda é necessário.
E como uma miúda (só em idade, em tudo o resto uma mulher com M grande), consegue ser tão maior que grande parte dos adultos.
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Smells like Christmas Spirit,
Acabei de comprar a melhor prenda de natal para mim mesma;
E um jogo que mete trivia e álcool na mesma caixa, tem o meu selo de aprovação imediato.
domingo, 15 de novembro de 2015
De Londres para Paris, com amor.
Sendo uma pessoa com metade da minha familia a residir em Paris, os acontecimentos de sexta feira deixaram-me com o coração nas mãos, até ter a confirmação que todos os "meus" estavam bem e em segurança. Tive uma amiga próxima com quem falei, ela a chorar de alivio e a dizer-me que nunca acreditou em milagres, mas que passou a acreditar quando o marido era suposto estar naquele concerto mas que não pode ir á ultima da hora. E a sentir-se culpada por estar a chorar de alivio quando tanta gente estava a chorar de desespero. Não consigo sequer imaginar o desespero das pessoas que viveram a situação na pele e dos familiares que perderam alguém neste massacre. Mas o meu coração está com eles também.
Estes terroristas de merda, desculpem a linguagem, conseguiram mais uma vez aterrorizar o mundo com a sua insanidade disfarçada de religião. E não me tentem dizer que isto é tudo culpa dos muçulmanos. Vivendo em Londres, que tem uma das maiores comunidades muçulmanas do mundo, digo honestamente que muçulmanos foram das pessoas mais simpáticas e honestas que já aqui conheci... e que estão tão indignados com esta situação como nós. Mas também acredito que chegou a altura de pararmos de ser carneirinhos e começar a bater o pé.
Nunca fui pessoa de defender o combate de violência com violência, mas estou rapidamente a mudar de ideias. Só quero que a Europa tome finalmente a decisão de erradicar estes cobardes obcecados com poder de vez. Desta vez foi em França... quando será á nossa porta?Vivendo em Londres tenho consciência da imensa probabilidade da próxima vez ser á minha porta. Ou á porta dos meus amigos, ou dos meus colegas de trabalho. E agora? Devo viver com medo de fazer a minha vida diária só porque alguns idiotas decidem que sim?
O meu coração está com Paris hoje. E com Beirute. E com a Siria e o Iraque e todos esses países onde diariamente morrem centenas de pessoas sem nada terem feito para merecer tal destino.
Mas como França guarda um carinho especial no meu coração, hoje é por eles. Mas vocês são fortes. Conseguiram sobreviver a Revolução Francesa. Conseguiram sobreviver a invasão Nazi. Vão sem duvida alguma sobreviver estes insectos.
Acredito que a "Liberdade, Igualdade e Fraternidade" vai sempre vencer.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Coisas que aprendes a viver em Londres.
- O sotaque britânico deixa de parecer sexy aproximadamente 10 minutos depois de te mudares.
- Se não gostavas de cerveja antes... vais gostar.
- Se não gostavas de chá antes... vais gostar.
- "Ovos, bacon e feijões ao pequeno almoço? Que horror." Essa ideia também vai mudar, pequenos almoços anti-ressaca foi das melhores ideias desta gente.
- Se gostavas de café... vais passar um mau bocado. (A minha sorte foi descobrir um café/mercado português pertinho de minha casa que vende Delta, faz francesinhas e vende Compal. Nunca fui tão feliz em Londres como naquele momento.)
- A ideia de procurar casa vai-te dar pesadelos durante muitas semanas seguidas.
- A greve do metro vai-te querer fazer voltar para Portugal e receber o ordenado minimo outra vez.
- O facto de tudo fechar cedo nesta terra, especialmente ao Domingo, vai-te deixar confuso nos primeiros tempos.
- O facto de teres, literalmente, tudo o que consegue imaginar a um passo de ti ou á distância de uma encomenda da internet que te chega num bocadinho a casa é das melhores coisas desta cidade.
- O facto de eles transformarem tudo o que é metro quadrado em parques o que faz com que vejas raposas e esquilos a passeram alegremente nas ruas é outra das melhores coisas destas cidades.
- O facto das oportunidades não acabarem é a melhor coisa desta cidade... quase que compensa o preço absurdo das rendas, transportes e bares. (Quase.)
- Se não gostavas de cerveja antes... vais gostar.
- Se não gostavas de chá antes... vais gostar.
- "Ovos, bacon e feijões ao pequeno almoço? Que horror." Essa ideia também vai mudar, pequenos almoços anti-ressaca foi das melhores ideias desta gente.
- Se gostavas de café... vais passar um mau bocado. (A minha sorte foi descobrir um café/mercado português pertinho de minha casa que vende Delta, faz francesinhas e vende Compal. Nunca fui tão feliz em Londres como naquele momento.)
- A ideia de procurar casa vai-te dar pesadelos durante muitas semanas seguidas.
- A greve do metro vai-te querer fazer voltar para Portugal e receber o ordenado minimo outra vez.
- O facto de tudo fechar cedo nesta terra, especialmente ao Domingo, vai-te deixar confuso nos primeiros tempos.
- O facto de teres, literalmente, tudo o que consegue imaginar a um passo de ti ou á distância de uma encomenda da internet que te chega num bocadinho a casa é das melhores coisas desta cidade.
- O facto de eles transformarem tudo o que é metro quadrado em parques o que faz com que vejas raposas e esquilos a passeram alegremente nas ruas é outra das melhores coisas destas cidades.
- O facto das oportunidades não acabarem é a melhor coisa desta cidade... quase que compensa o preço absurdo das rendas, transportes e bares. (Quase.)
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segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Vantagens de não viver em Portugal nestas eleições
- Não ter de viver num país em que o Bloco de Esquerda como terceiro partido mais votado é uma realidade.
(Mas que raio é que aconteceu??!)
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Acho irónico. Realmente acho.
Que num país com uma quantidade impressionante de emigrantes em que os seus habitantes não têm qualquer problema em ir ocupar países de outras pessoas (eu incluida), tenha tanta relutância e problemas (ou será ignorância?) com os refugiados que só tentam ter uma nova vida e novas oportunidades.
Sou pela igualdade e pela mão estendida quando é preciso. Quero acreditar que se o meu país estivesse em guerra outros estenderiam a mão para nos acolher. E com tantos Portugueses espalhados pelo mundo, que deixaram o país para trás á procura dessas mesmas oportunidades... como podemos negar nós ajuda a quem se encontra (ainda) pior?
Ou para nós pode ser tudo, mas para os outros nada?
Sinceramente, em ano de eleições nunca vi o PNR a ter tantas hipóteses de voto. E isso assusta-me. Assusta-me muito.
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Percebes que estás a ficar velha...
Quando os dias passam e tu nem dás conta.
Já fiquei um ano mais velha entretanto, embora não muito mais sábia, o Verão chegou e com ele as trovoadas (raio de tempo, este país) e entretanto já estou longe de casa há mais tempo do que aquele que algum dia imaginei.
Caramba, para onde é que o tempo vai?
Já fiquei um ano mais velha entretanto, embora não muito mais sábia, o Verão chegou e com ele as trovoadas (raio de tempo, este país) e entretanto já estou longe de casa há mais tempo do que aquele que algum dia imaginei.
Caramba, para onde é que o tempo vai?
domingo, 5 de julho de 2015
Aquele momento...
Em que te apanhas com quatro dias de folga seguidos e já não sabes o que hás-de fazer com tanto tempo livre...
(Antes todos os meus problemas fossem esses...)
(Antes todos os meus problemas fossem esses...)
quinta-feira, 18 de junho de 2015
E eu que gosto tanto do sol.
Uma das coisas boas de estar neste país, é que aprendes a não tomar nada por garantido e começas realmente a apreciar certas coisas que antes nem reparavas. No meu caso foi o sol.
Habituadinha a um país soalheiro, em que mesmo no Inverno o sol nos está sempre a bater á porta, foi complicado vir a um país em que mesmo que passem dias sem chover (não chove assim tanto como isso, não sei porque é que temos essa ideia...), são mais os dias nublados de que soalheiros.
Desde há uma semana para cá que todos os dias tenho tido uns dias quentes de sol que me levam de volta a Portugal, e por muitas vezes dei conta de mim no jardim da minha casa (aquela que finalmente encontrei) sem fazer nada, só a apreciar o sol, as árvores e os pássaros. E depois de tantos anos a viver em Viseu onde o que não falta é isso... dei por mim a apreciar aquilo que sempre tive em casa e mal aproveitei.
Foi preciso ir para 2000 km de casa para me aperceber que as pequenas coisas fazem diferença.
Se fazem.
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sexta-feira, 12 de junho de 2015
10 Coisas que aprendes quando chegas á idade adulta.
1. Vai haver sempre
dias maus. Não porque tu os tenhas provocado, não porque os mereças. Apenas
porque sim.
Vai haver dias em que sujas a roupa com café ao
pequeno-almoço, em que te atrasas para o trabalho, em que o metro
miraculosamente avaria, em que os teus colegas estão de mau humor, em que tu
estás de mau humor, em que vai chover e pela primeira vez te esqueceste do
chapéu. Não há nada que possas fazer quanto a isso: apenas vai para cama e
esquece. Amanhã será melhor.
2. Há pessoas que
nunca vão gostar de ti e pessoas de que tu nunca vais gostar. Não faz mal. Isso
não faz de ti (ou delas) má pessoa. É apenas uma questão de compatibilidade.
Desde que te lembres sempre que o respeito é sempre essencial, não percas horas
de sono com isso. Não tentes provar aos outros aquilo que tu és. Porque por
cada pessoa com quem não sejas compatível, vai haver sempre outras pessoas
fantástica com quem podes contar.
3. A tua família vai
ser sempre o teu maior apoio, não lhes largues a mão. Seja essa família
biológica ou “formada pela vida”, não há sentimento melhor do que teres a
segurança de que tens alguém para te dar a mão nos momentos mais negros. Aprendes
que nem todas as amizades resistem ao tempo e quem nem todas as pessoas que
entram na tua vida ficam para sempre. Mas as que resistem? Essas vão-te fazer
ver que no final valeu sempre a pena.
4. Aquele sentimento
que tens antes de um teste ou de uma avaliação importante, nunca vai
desaparecer. Descobres que vais ser avaliado durante o resto da vida, apenas de
uma forma diferente. Aquele nervoso miudinho vai-te acompanhar sempre, e isso é
bom: significa que nunca paras de crescer. E a sério, nunca pares.
5. Vais perceber que
alguns dos teus sonhos nunca se vão realizar, mas que há outros pelos quais
deves continuar a lutar. (Não te preocupes, tu vais saber distingui-los). Mas
nunca desistas de todos os teus sonhos: a vida é muito mais emocionante e
motivadora quando tens um objetivo pelo qual lutar.
6. Aprendes que uma
boa gestão financeira pessoal e um orçamento bem definido, apesar de serem
coisas chatas como tudo e que não têm nada de divertido, vão ser os teus
melhores amigos. Nada como teres tudo controlado e não teres de fechar os olhos
com medo de cada vez que vais a um multibanco.
7. Nunca pares de te
educar ou de aprender. Apesar de nunca teres as respostas todas (não, lamento,
nunca vai acontecer), o saber não ocupa lugar. Apesar da Trash Tv ser muito boa
quando queres dar umas boas risadas, nunca pares de ler um bom livro, ouvir boa
musica, sair a rua e aproveitar o que a tua cidade de te oferece, e ver um bom
programa de TV. O conhecimento nunca vai ser uma coisa má.
8. Nunca deixes de
sentir empatia. Infelizmente vais aprender que não podes dar esmola a todos os
pedintes, não podes dar casa a todos os sem-abrigo, não podes alimentar todas
as crianças e não podes salvar todos os animais abandonados. Mas não deixes que
isso te impeça de tentar fazer o máximo que consegues. Ajudar o próximo, também
nunca vai ser uma coisa má. Um dia podes ser tu o próximo que precisa de ser
ajudado.
9. Senso-comum,
respeito e compreensão são as melhores palavras que podes aplicar no teu
dia-a-dia. Às vezes não conseguimos (eu e todos os restantes adultos
incluídos), mas dá o teu melhor. Tenta ser a melhor pessoa que conseguires,
todos os dias. Senão tenta ser o Batman. O Batman é sempre fixe.
10. Correndo o risco
de parecer um daqueles pósteres inspiracionais: A vida é uma coisa fantástica. Não
é perfeita, há dias maus, há alturas negras em que só queres enfiar-te na cama e
desistir. Há pessoas más só porque sim. Há coisas más a acontecerem todos os
dias. Mas também há pessoas fantásticas que se vão cruzar contigo. Há momentos
perfeitos. Há dias inesquecíveis. Há sonhos que se realizam. Por isso aproveita
o que podes, só tens esta!
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Os meus amigos dizem que há algo de errado comigo. Eu não acredito neles.
Eu não sei se sou só eu, mas de cada vez que ponho os pés no IKEA e me vejo no meio de centenas de divisões diferentes, bonecos de peluche em forma de legumes, hot dogs e almondegas de origem duvidosa e armazéns gigantes... tenho medo de nunca encontrar a saída e ficar eternamente presa numa divisão com nomes Vikings estranhos.
Sou só eu?
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Catarina pergunta.,
Devaneios Aleatórios
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Eu bem que tento, mas há coisas que não dá para evitar.
Ás vezes pergunto-me se ter vindo para cá foi a melhor decisão.
Mas depois encontro estas coisas... e tenho a certeza.
Mas depois encontro estas coisas... e tenho a certeza.
(Deep Fried Snickers. Melhor cena de sempre!!)
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domingo, 31 de maio de 2015
Coisas que me fazem sentir saudades de Portugal.
Quando tens noção que nesta altura em Portugal já andavas a morrer de calor e vestir roupa fresquinha. Os meus amigos mandam-me fotos deles na praia (hora de trocar de amigos!) e a minha irmã fotos de cestos cheios de cerejas (sim, também vou trocar de irmã.).
Aqui ainda ando a olhar para a janela, vejo um céu cinzento e pensar... "secalhar é melhor levar um casaco".
Portugal deixou-me muito mal habituada no que diz respeito ao sol!
Aqui ainda ando a olhar para a janela, vejo um céu cinzento e pensar... "secalhar é melhor levar um casaco".
Portugal deixou-me muito mal habituada no que diz respeito ao sol!
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Tu nunca viveste um pesadelo a sério...
... até teres de procurar casa / quarto em Londres.
Era de esperar que os preços ridiculamente elevados afastassem muita gente, mas não!
São caros e mesmo assim há poucos. (Ou poucos decentes, vá.)
Estou a torcer os dedos para que a minha última visita me diga que a outra pessoa não quis e que quarto é meu.
Vá, torçam lá comigo!!
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domingo, 24 de maio de 2015
Dias de boas notícias!
Vejam, vejam!!!
Se a Irlanda, um país extremamente Católico, aprova o casamento homossexual por voto popular, há esperança para os outros países todos que ainda estão parados no tempo.
Vamos embora gente. A igualdade é para todos.
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| Foto: Reuters |
Se a Irlanda, um país extremamente Católico, aprova o casamento homossexual por voto popular, há esperança para os outros países todos que ainda estão parados no tempo.
Vamos embora gente. A igualdade é para todos.
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