Corria uma noite de Setembro no Algarve. Um grupo de pessoas decide ir dar uma volta à praia a meio da noite, porque a ressaca da anterior ainda era forte demais para uma repetição de dose. A caminho da praia existe um canteiro onde a rega automática está ligada.
No meio de um dos arbustos do canteiro ouve-se um miar. Continuamos a andar sem ligar muito até que se ouve outro miar. E perdido algures no meio dos arbustos, em que a Catarina e a S. se viram e desejaram para arrancar o bicho de lá dentro que se prendeu lá mal sabe ele como, apareceu o Jeremias (ou Mia, porque ainda não temos certeza absoluta do sexo). Um gato bebé que ainda mal se aguenta nas patas, que cabe na palma de uma mão, gosta de beber leitinho dos dedos, que se ia atirando para dentro do balde do chão e se perdeu atrás do frigorífico. Que é uma coisa amorosa que só ela, em que até o macho do grupo tirou o casaco para o animal não passar frio, porque já sabe que todos os gatos passam frio quando estão uns 20ºC.
Apresento-vos o recém chegado, que com pouco mais de umas horas na família, se está prestes a tornar o gato mais mimado da história.