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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ideias brilhantes.



Da parte de fora um espelho e da parte de dentro um armário de bijutaria. 
Onde é que se arranja uma coisa destas?? 

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

It's so fluffy, i'm gonna die!





Alguém pode por favor chegar-se à frente e me oferecer uma coisa destas? 
Please, please, please, pretty please?



segunda-feira, 10 de setembro de 2012

As coisas boas aparecem de onde menos se esperam.

Objectivos a médio/longo prazo da Catarina:

1- Escrever um livro.

2- Ter um cão grande chamado Gaspar.

3- Ser Chef em Paris. (A iniciar....) 


As oportunidades aparecem quando não estamos mesmo à espera :)

domingo, 16 de outubro de 2011

What better place to dream than in Paris?




Sim. Que melhor lugar para sonhar do que Paris?
Aliás, que melhor lugar para sonhar ser chef do que em Paris? A cidade da grande comida, dos grandes chefes e dos grandes sonhos? 
Como eu te compreendo, pequeno rato, como eu te compreendo! 

domingo, 12 de junho de 2011

Ás vezes...

Não era simplesmente perfeito voltarmos uns anos atrás no tempo?
Voltar a ser criança, a devorar Bd's da Disney, da Turma da Mónica, do Calvin, a aparecer em casa esmurrada e cheia de negras já sem me lembrar como é que tinha feito aquilo, a brincar com os outros putos na rua até á 1h da manhã durante o verão inteiro e não haver stresses nem preocupações por causa disso. A vestir roupa dos nenucos aos gatos e a tentar dar-lhes biberon. A usar terra e ervas e flores do quintal da avó (que depois tinha dois ataques seguidos) para brincar com as louças de cozinha de plástico. A demorar horas a construir uma casa da barbie do tamanho do chão do meu quarto. A roubar os vestidos da mãe e da irmã e fingir que era uma princesa, ou fingir que era uma modelo e desfilar pelo corredor. A ouvir cassetes (quem diria que a Catarina ainda é desse tempo, han?) do Zig Zag e dos Onda Choque aos berros no quarto e a cantar e dançar todas as músicas de cor. A acordar ás 7h da manhã para ver desenhos animados. A correr, saltar, andar de bicicleta, nadar, gritar, cantar, dançar sem preocupações como fazia nessa altura. A voltar a ir com os avós para as terras e eles ensinarem como é que se tratava dos legumes. A correr para os papás no fim do dia. A devorar cassetes de vídeo da Disney, algumas ainda em brasileiro. A ler colecções inteiras de Uma Aventura, Os cinco, Clube das Chaves, Bando dos Quatro and on, and on. A ver a minha irmã ver Riscos e New Wave e achar que aquilo eram aqueles programas de seca dos grandes. A dizer que nunca na vida queria namorar e que os rapazes eram todos feios.
A fazer dez mil coisas por dia, a ser completamente feliz sem sequer me aperceber disso.
A desconhecer a existência de problemas, de chatices, de pressões. A desconhecer a parte má vida. A desconhecer ainda o duro que é perder pessoas de quem gostamos. 

Ás vezes... não era perfeito voltarmos a ser crianças? 
Ás vezes, não era perfeito voltarmos a  ver o mundo em pequenino só durante uns minutos? 

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Um sonho de infância quase realizado!

Quando era criança tinha um sonho. Queria um irmão mais novo. 
Fartei-me de pedir aos meus pais, porque tinha de ser assim, porque nunca ia conseguir ser uma pessoa realizada sem um irmão mais novo, porque não mete piada discutir sempre com a mesma irmã,porque ia ser completamente infeliz para sempre. 
Prometi que cuidava dele, que lhe emprestava os meus brinquedos, que lhe dava a papa, até prometi que o deixava dormir no quarto (mas com uma caminha feita no chão, que isto de dividir cama não funcionava!), arranjei centenas de desculpas perfeitamente válidas para ter um irmão pequenino (Sim, porque na minha cabeça ele não crescia, era uma espécie de super nenuco, mas mais fixe).
Claro que os meus pais com duas filhas, sendo uma delas eu (depois da experiência de me terem a mim, os meus pais nunca foram os mesmos. Ainda hoje acordam com pesadelos!) nunca me fizeram a vontade.
Entretanto fui crescendo e habituei-me ao facto de que nunca ia ter um irmão mais novo, nem um pónei branco, nem um castelo cor-de-rosa em tamanho real como o da Disneyland Paris, nem uma boneca com o cabelo sempre a crescer, nem um guarda roupa cheio de fatos de brincar, nem uma cozinha de brincar com comida verdadeira, as minhas grandes desilusões de infância. 
Passados uns 14 ou 15 anos, pronto, finalmente quase consegui ultrapassar o choque de nunca ter tido um irmão rapaz (quaaase, ainda hoje consigo chatear os meus pais com isso). Mas agora, subitamente fiquei mais perto do o realizar.
A minha irmã mais velha, aquela que eu não pedi mas me calhou á mesma na rifa (um dia dedico-lhe um post, ela é uma coisa linda e merece) perdeu a cabeça e vai-se casar entretanto. Já começa a pensar naquelas coisas como comprar casa, e ter filhos e esse género de objectivos dos quais eu ainda fujo e mando pontapés para se irem embora. A minha mãe, resolveu fazer o infalível (porque toda a gente sabe que os resultados são completamente irrefutáveis) teste da agulha. Adivinhem? Deu-lhe um rapazito. O que fez a minha irmã? 
Como sabe que eu sempre quis um irmão baby, definiu imediatamente que eu era a única hipótese possível para madrinha do futuro rebento que ainda não existe, e que ele tinha de ir passar as férias com a tia e passar tempo de qualidade com ela. Porquê? É uma forma de ficar mais perto de realizar o chato do meu sonho que nunca foi embora. Não é a coisa mais amorosa do mundo? 
E eu como irmã mais nova ainda mais amorosa, claro que concordei. E ainda disse que se por acaso calhar uma rapariga a troco por um furão com uma coleira cor-de-rosa. Não que o choque de não ter um irmão ainda aguentei, mas se agora não me calha um sobrinho aí é que a coisa fica preta! 

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Queeeero!

Manolo


Louboutin

E não fosse o preço deles que deve equivaler a vários meses de mesada, acho que ia já comprá-los! 

domingo, 2 de janeiro de 2011

Sim, chegámos.

E pronto, estamos oficialmente em 2011, a menos de dois anos do final do mundo tal como o conhecemos, segundo os Maias.
Sim, é cliché dizer isto mas a verdade é que passou mesmo muito rápido. Há uns anos atrás por esta altura estava toda contente em casa a brincar com os brinquedos novos que recebi de presente de Natal, e agora estou ainda com os efeitos da passagem de ano a ter de estudar para exames. A fingir que estudo, vá. 
Não vou dizer que desejo para este ano amor, paz mundial, o fim da fome e felicidade para toda a gente que gosto. É óbvio que toda a gente queria que isso acontecesse, mas a verdade é que para utopias já basta a minha ideia de conseguir ter mais de 11 a Química Alimentar II.
Por isso, vou ser extramemente egoísta e egocêntrica e os meus desejos para 2011 são nada mais nada menos do que.... (tambores a tocar)

1. Chegar a Setembro, com todas as cadeiras feitas, o estágio final acabado e com o diploma de licenciada nas mãos. Só mesmo porque não me apetece pagar mais um ano de propinas só por causa de uma cadeira ou duas. 

 2. Arranjar emprego / estágio profissional no exacto momento em que acabar o curso. Vá, uma semaninha ou duas depois também serve. Mas não pode ser tempo demais que em novembro queria começar a comprar as prendas de Natal.

3. Esse emprego / estágio profissional ter um super ordenado. No caso disso não ser possível, pelo menos ser um decente. E ser na área que eu quero mesmo. Gosto das outras saídas do meu curso, mas esta era mesmo mesmo mesmo ideal. Pode ser ?

4. Passar no exame de condução á primeira. E que não exista trânsito em Lisboa nesse dia para eu não meter os pés pelas mãos, mais do que o costume pelo menos, e não matar ninguém. Ia ficar com remorsos.

5. Ganhar o euromilhões.

6. Ganhar o euromilhões.

7. Ganhar o euromilhões. (Sempre me disseram que se pedir as coisas muitas vezes, elas acabam por acontecer. Até agora não resultou, mas nunca se sabe.)

8. Vá. Que eu e aos meus amigos / familiares sejamos extremamente e ridiculamente felizes. Daquela felicidade que só vontade de mandar um estalo na cara e falar mal nas costas. Porque lá no fundo até gosto deles. 
Vá, que toda a gente seja muito feliz! Hoje sinto-me generosa.

PS- Essa felicidade das pessoas á minha volta, podia ser proporcionada por mim caso ganhe o euromilhões. Podia fazer muito boa gente feliz, incluindo eu que também sou boa pessoa. É uma win-win situation. Acho que quem quer que mande nisto tudo, devia ter isso seriamente em consideração. A felicidade é uma coisa importante, certo?

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Dreams, dreams, dreams....

Um dia;
Vou ser uma chef famosa. 
Vou escrever um romance que vai ser um best-seller
Vou ter um cão enorme chamado Gaspar. 

E pronto, já voltei á realidade.