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domingo, 5 de maio de 2013

Mothers Day!

Não sei se já vos disse que tenho a melhor mãe do mundo. 
Sim, ela é chata, quer saber tudo o que se passa na minha vida todos os segundos de todos os dias e dá-me cabo da cabeça aproximadamente 34652 vezes por dia. Mas ela pode, é minha mãe. 

A minha mãe não só é a melhor mãe como é também das melhores pessoas que este mundo já teve a sorte de conhecer. Tudo o que ela puder fazer pelos outros, ela não hesita. Sempre que houver algum membro do clã a precisar de ajuda ela é a primeira a dar a mão.
A minha mãe, apesar de ter crescido num ambiente altamente religioso e numa altura em que tudo o que fugisse do normal era visto de lado (não foi assim há tantos anos... foi tipo há 30!), é das pessoas mais compreensivas e com a mente mais aberta que conheço. Sempre me senti à vontade para nunca ter de esconder nada dela e saber que do lado dela me vai esperar sempre apoio incondicional. 
A minha mãe é a única pessoa nesta vida que eu tenho a certeza, sem hesitar um segundo, que ia até ao fim do mundo por mim e pela minha irmã. 
A minha mãe é a minha pessoa preferida. Como é que podia não ser? 

Feliz dia da mãe, pequenos biscoitos! :) 



segunda-feira, 22 de abril de 2013

Fraternal love.

Eu e a minha irmã temos sete anos de diferença de idades e talvez o triplo disso no que diz respeito a diferença de gostos e de personalidades. 
A minha irmã é controlada, calma e evita conflitos. Eu não me consigo conter e expludo, quando muitas vezes o melhor era estar quieta. 
A minha irmã gosta de sangria de champanhe e de smirnoff. Eu gosto de vinho e de gin. 
A minha irmã gosta de peito de frango e eu de bifes de vitela. 
A minha irmã é inconveniente e diz muitas vezes o que não deve em público, ironicamente, eu sou o oposto e penso sempre como é que aquilo que eu digo vai ser recebido. 
A minha irmã é cautelosa e pensa sempre antes de fazer as coisas. Eu sou impulsiva e faço as coisas no momento em que penso nelas sem pensar nas consequências que isso pode ter. 
A minha irmã tem acessos de mau feitio que metem medo mas que lhe dão só de vez em quando. Eu acessos de mau feitios ligeiramente  mais suaves mas que me dão com muita frequência. 
Eu tenho mudanças drásticas de disposição e nunca se sabe como é que vou estar dali a uma hora. Com a minha irmã podemos sempre contar como é que ela vai reagir.
A minha irmã é disponível para toda a gente, não reclama, não diz que não a ninguém. Eu sou disponível para quem acho que devo ser, passo 16 horas por dia a reclamar com tudo o que me é humanamente possível e adoro dizer que não. Mesmo que a seguir vá dizer que sim. 
A minha irmã gosta das músicas que passam no rádio. Eu gosto de rock e alternative. 
Eu gosto de ler romances e histórias com finais felizes. Ela gosta de livros com pelo menos dez mortos por capitulo.
A minha irmã é assim no geral, uma pessoa muito melhor do que eu. 

Eu e a minha irmã fomos educadas exactamente da mesma maneira, com exactamente as mesmas oportunidades e acabámos completamente diferentes uma da outra.
Tínhamos reunidas todas as condições para nos darmos muito mal, mas ironicamente, apesar de passarmos a vida a implicar uma com a outra, a minha irmã é das pessoas mais importantes da minha vida.
A minha irmã não é só a minha irmã, é uma das minhas melhores amigas. Mesmo quando sei que vamos ter ideias opostas, a opinião dela é sempre das mais importantes para mim. 
Quando penso na minha vida em retrospectiva, todos os momentos importantes, todas as coisas que valeram a pena, ela esteve sempre lá. E quando penso no futuro não imagino nenhum em que ela não esteja lá de alguma maneira.
A minha irmã é a minha pessoa preferida, é a minha partner in crime e é a pessoa com quem eu não preciso de falar para nos entendermos e percebermos o que a outra quer dizer. 
Hoje a minha irmã faz 30 anos e eu obviamente já lhe dei cabo da cabeça e não a deixei esquecer disso por um minuto. Mas passei 22 desses 30 ao lado dela e só espero que daqui a mais 22 possa dizer exactamente a mesma coisa que digo hoje;
Valem a pena todas as discussões, porque no fim do dia continuamos a estarmos sempre uma para a outra e a rirmos-nos da nossa estupidez e a partilhar tudo como até agora.
No fim do dia, continuamos a ser irmãs e não há nenhuma relação ou tipo de amor que substitua a segurança e cumplicidade que é ter um irmão. Que é ter alguém com quem podemos partilhar tudo, com quem podemos rir num segundo, gritar no outro e conversar calmamente no a seguir.
É nestas alturas que eu tenha pena de quem é filho único... toda a gente devia ter direito a saber o que é ter um irmão.
Especialmente se for uma irmã como a minha.



Parabéns, idiota! :) 

terça-feira, 19 de março de 2013

"Acredito que nos tornamos dependentes daquilo que os nossos pais nos ensinam nos mais estranhos momentos: aqueles em que eles não nos estão a tentar ensinar.
Somos formados por pequenos pedaços da sua sabedoria. "
Umberto Eco in O pêndulo de Foucault

Nunca li nada mais verdadeiro. 
Eu sou aquilo que tu me ensinaste a ser, mesmo quando não me estavas a tentar ensinar. Sou aquilo que tu ajudaste a formar, mesmo quando achavas que eu não estava a ver. E no final, até fizeste um bom trabalho! (ah ah ah!) 

Parabéns Pai! :) 
(Por ocasião do dia do pai e do teu aniversário, que calharam ser praticamente na mesma altura!) 

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Hoje é um dia bom.

Depois de cinco gravidezes falhadas, uma delas que a fez estar quase entre a vida e a morte e abortos que lhe tiraram o direito que as grávidas têm a serem absurdamente felizes durante os nove meses. 
Depois de tratamentos e tratamentos falhados. 
Depois de muitas lágrimas, muito desespero e muitos apertos no coração. 
Depois de muita revolta  e muito sentimento de injustiça com as pessoas que engravidam sem quererem nos dias de hoje, que não têm condições nem vontade de ter filhos e os têm aos pontapés, enquanto quem realmente quer isso vê os dias passar sem o conseguirem realizar. 
Depois de mais uma gravidez de alto risco sem nos atrevermos a sonhar muito alto, não fosse acontecer como nas outras.
Depois de tudo isso, hoje é um dia feliz.
Porque hoje a M. deu à luz o pequeno V. 
Depois de ter sofrido tanto ela hoje finalmente teve aquilo porque lutou durante vários anos. 
Por isso, sim, hoje é um dia muito bom. 

Bem vindo à família (e ao mundo) pequeno V. :) 
Nós somos todos um bocado psicóticos, mas até somos boa gente e tu acabas por te habituar! 

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Catarina pede a vossa ajuda!

Este fim de semana tive uma sobrinha nova. Era suposto ser um sobrinho, mas ela enganou-nos bem a todos e saiu uma rapariga, a Mel. 
Alguém com um QI do tamanho de um número de sapatos e um conhecimento praticamente nulo sobre gatos tirou-a à mãe muito mais cedo do que devia, a veterinária disse que ela não tem mais de um mês e (muito) pouco e devia estar na ninhada pelo menos mais um ou dois meses. O que significa que é muito pequenina, exige muitos cuidados e mais atenção do que um gato exige normalmente. 
Isto não seria um problema se não fosse a minha sobrinha mais velha. A Mini tem três anos e foi apanhada ainda muito bebé, foi rejeitada pela mãe e estava a morrer à fome e subnutrida (ninguém diz isso se a virem agora, está gorda como um texugo!), tinha 250 gr quando a minha irmã a apanhou e pelo menos 100 delas eram pulgas e sujeira. Desde aí que é uma gata de apartamento e não está habituada a ter contacto com outros gatos. Como gatos são animais muito territoriais, ela não está a aceitar a irmã mais nova bem. Se ela fosse mais velha punham-se as duas juntas e elas acabavam por se entender depois de umas bufadelas, mas a Mel é tão pequenina que não tem hipótese de se defender, pelo que tem de ficar na marquise até ser mais velha e poder aguentar com a outra. 
Mas parte o coração ver a pequenina do lado de fora a arranhar a janela e a miar por atenção e a Mini da parte de dentro a bufar e a rosnar para a janela como quem diz: "Vai-te embora minha parva que eu estava cá antes!". 
Já nos fartámos de procurar informação na Internet e perguntámos à veterinária e ela diz que é uma questão de tempo e paciência até a mais velha aceitar a outra. E basicamente é isso, tempo, paciência, tempo, paciência, tempo, paciência. Mas entretanto a Mel tem de ficar praticamente o dia todo na marquise porque se entra em casa temos medo que a Mini a ataque e a magoe a sério. 
Por isso, amantes de gatos desse lado do ecrã, alguma dica maravilhosa de como fazer a adaptação mais rápida e de preferência de forma indolor? 
É que entretanto a pequenina está lá fora a miar em desespero por atenção que quase dá vontade de chorar e a mais velha está demasiado ocupada a destruir a árvore de natal para se importar. 

Esta com ar de má e alapada na manta, é a Mini.

Esta miniatura é a Mel, que supostamente devia ter sido um Chuck e que come mais que um pequeno país em África.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

É em alturas destas que percebo que não há nada mais frustrante do que querermos fazer alguma coisa e não podermos.

Especialmente quando uma pessoa que gostamos e que infelizmente está longe, nos telefona a contar como estão as coisas e aproveita para desabafar.
O pior é quando nos conta que as coisas não estão nada bem e enche-me de raiva não poder fazer nada a não ser ouvir. 
É tão frustrante querer ajudar e não se poder. 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Conclusão do dia do animal.

Oh minha gente, se vocês soubessem o que é conviver diariamente com a minha família nunca, em tempo algum, se queixavam dos animais.
As psicoses e ataques de loucura variados não são comparáveis a mais nada neste mundo. 
(Eu incluída, óbvio.) 

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

A minha irmã e a melhor amiga dela, chamada paranóia.

Depois de ter um dia de "Me time"  e de não contar à minha irmã os planos que tinha para hoje, ela de alguma forma relacionou logo os dois e entrou no estado mais normal dela: Cusquice Extrema. 
Insistiu durante horas bastante convictamente e utilizou muitas desculpas, como: "Eu preciso de saber. Imagina que te acontece alguma coisa e e tenho de te ir buscar. Preciso de saber como te encontrar...". e continuou a insistir e insistir e criar todo o género de situações possíveis de eu ter combinado.
A ironia desta situação é que  grande parte das vezes eu não lhe conto precisamente porque adoro ver o ar desesperado dela e os olhos de cãozinho abandonado a tentar saber tudo. 
Entretanto ela parou durante um bocado de me chatear e quando eu pensei que ela já tinha desistido, vem a gritar ter comigo: "É UM RAPAZ, NÃO É? TENS DE ME DIZER! É UM RAPAZ???!"  Assim mesmo, como se tivéssemos 12 e 16 anos e não 22 e 29. 
E então eu desisti e disse-lhe o que ia fazer. 
É que quando a situação é entre mim e os níveis de curiosidade mórbida que correm no sangue da minha irmã, eu realmente não tenho a mínima hipótese de ganhar. 

domingo, 2 de setembro de 2012

Agosto é mês de família avec: o vazio do início de Setembro.

Enquanto os primeiros dias de Agosto são coloridos e cheios de festa até ao final do mês, o ínicio de Setembro é sempre cinzento. 
Muito mais do que o dia 31 de Dezembro, o dia 31 de Agosto representa para nós o ínicio de um ano novo, a partida da família para longe, o final das férias, um novo ciclo até Agosto chegar de novo e estarmos todos juntos outra vez.
Todos os meus familiares vivem em França há muitos anos, desde antes de eu nascer pelo que foi sempre esta a rotina, mas não é por isso que custam menos os primeiros dias de Setembro. 
Hoje os últimos familiares foram-se embora e voltámos à rotina habitual. 
Com a ida deles ficou um vazio, um apertozinho no estômago e as saudades danadas que já começam a atacar. 
Até ao próximo ano! 

domingo, 26 de agosto de 2012

A descrição perfeita.

Descobri isto no facebook de uma amiga e ao ler só me lembrava da minha irmã. Quem tem irmãos consegue relacionar, é a descrição perfeita do lugar que os irmãos têm na nossa vida. 
(Embora não seja visível) Catarina; a miúda mais pequena que está a comer espuma. Irmã da Catarina; a rir-se que nem uma porca para a câmara. Foto tirada há muitos mais anos do que me consigo lembrar. 
"To the outside world, we all grow old. But not to brothers and sisters. We know each other as we always were. We know each other's hearts. We share private family jokes. We remember family feuds and secrets, family griefs and joys. We live outside the touch of time." 


Clara Ortega

sábado, 25 de agosto de 2012

Agosto é mês de família avec. # 2


A coisa mais amorosa do mundo, é a minha afilhada de três anos acordar-me a um sábado de manhã com um croissant de chocolate a perguntar-me se eu quero um "gatêau".

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Agosto é mês de família avec: O regresso!

Sim, estamos em Agosto e juntamente com os milhares de emigrantes que entram todos os dias neste país, também entra a minha pequena percentagem pessoal de emigrantes, que durante este mês animam os meus dias com a quantidade extraordinária de idiotices que lhes sai daquelas bocas e vergonhas públicas que me fazem passar. (A sorte é que eu até gosto deles...) 
Desta vez começou bem. O meu tio N. (O mais novo dos cinco filhos e o irmão do meu pai com o índice mais elevado de loucura, um solteiro inveterado de 40 anos e que gosta mesmo é de festa.) estava a contar-nos as histórias dos piercings e das tatuagens que tem, e não são poucos. Diz-nos então que tem dois num sitio que não pode ser visto e que as "amigas", na altura certa os "adoram". Aqui está um excelente exemplo de coisas que eu realmente não queria saber.
Então começou a dizer-nos, para nos explicar como é que tinha ficado sem telemóvel, que uma amiga daquelas que também "adorou" os piercings passou lá a noite em casa e no dia a seguir, nem amiga, nem Iphone 4s. Ficou danado, claro que ficou.
Caso para dizer: "Bitch stole my Iphone!"  

(Claro que com coisas destas eu nunca poderia ter sido uma pessoa normal!) 

domingo, 6 de maio de 2012

Um beijinho para elas todas :)

Eu acho que a minha mãe é a melhor de todas. O que não quer dizer nada, porque vocês de certeza que acham que a vossa mãe também é a melhor do mundo. 
Mas para mim, será sempre a minha. 
É a ela a primeira pessoa com quem eu falo quando acontece alguma coisa boa. É também a ela a primeira pessoa que procuro quando acontece alguma coisa má.
De todas as pessoas de quem eu tenho saudades, ela é sempre a primeira de quem eu me lembro. 
É a pessoa que de vez em quando, me dá pesadelos a possibilidade de um dia poder vir a ficar sem ela, porque não consigo conceber um mundo onde isso é uma realidade. 
E, ainda mais, porque é a ela que eu devo tudo aquilo que sou e tudo aquilo que consegui.
Por isso, um beijinho para a minha mãe e para as vossas, porque mais do que ninguém elas merecem. :) 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Catarina, a detective.

Hoje, na impossibilidade de o meu primo ir, fui com a minha prima à ecografia das 12 semanas.
A coisa desta ecografia é que geralmente é aquela em que dá para ver pela primeira vez qual o sexo da criança, mas os meus primos estão armados em parvos e não querem saber o sexo até ao nascimento. (Coisa que eu, de todo, não consigo perceber, se fosse eu queria saber o mais rápido possível.) 

Como o médico, já que a minha prima não quis saber, não disse o que era, qual foi a ocupação da Catarina durante toda a ecografia? 
Olhar para as pernas da criança a ver se conseguia descobrir alguma pista lá no meio que dissesse o que era. 

Conclusão: Não percebo nadinha daquilo. 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Finalmente, boas noticias!



Depois de quatro meses de muita apreensão com medo do que pudesse correr mal, já que o histórico não é muito favorável, chegou uma boa notícia.
A minha prima M. vai ter uma menina!
E depois de meia hora a ver roupa de bebé, a minha desgraça com os vestidos começou!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

As pessoas e os telemóveis.

Há uns 10 anos atrás mal se ouvia falar em telemóveis e mesmo as pessoas que (já) os tinham, pouco o usavam. Agora já se sabe que são indispensáveis e que é impossível viver-se sem um. 
Hoje a minha tia teve de sair por volta das 21h comprar à pressa uns medicamentos numa farmácia de serviço, para não variar, esqueceu-se do telemóvel.

Passado 1,30h ainda não tinha voltado. Começámos a ficar paranóicos e a pensar em todas as possibilidades e mais algumas. Dois dos meus primos arrancaram logo de carro fazer os percursos das farmácias de serviço, eu e a minha prima ficámos em casa e ligámos para os hospitais à volta para se saber se tinha dado entrada nas urgências, ligámos para uma data de farmácias de serviço num raio de uns 20 km a perguntar se tinha sido levantada uma receita em nome tal. Nada. 

Começámos a pensar em ligar para a polícia e dizer a matricula do carro, porque a verdade é que a toda a hora se ouvem falar de assaltos parvos a meio da noite e nunca se sabe se um dia as coisas nos vêm bater a nós.

Até que ao ligar para a última farmácia da lista (já tínhamos ligado para uns 15, antes) a senhora ao telefone lá me disse "Sim, essa senhora levantou aqui esta receita à coisa de uns vinte minutos". E pronto, voltámos todos a respirar. Afinal andou quase duas horas de farmácia em farmácia porque um dos medicamentos não havia e era preciso. 

Moral da história: O telemóvel foi a melhor invenção dos últimos anos, quando é usado. Bastava ela não se ter esquecido dele (o que é costume) que numa chamada se evitava isto tudo.
Bem, pelo menos a partir de agora, com a descasca que levou de nós todos não se deve voltar a esquecer tão cedo!

Alívio é...

Depois de quase duas semanas no hospital, o meu tio ter alta com a promessa que a partir daqui tudo vai correr melhor e com a fé de que tudo vai correr bem.
 A situação não está perfeita, mas pelo menos já se vê a luz ao fundo do túnel. 
É nestas alturas que ter a melhor família do mundo, também é o maior apoio que se pode ter. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

[Sem título.]

Há pessoas que defendem que o segredo para não se sofrer, está em criar o mínimo de laços possíveis. 
Assim,  se nos dermos apenas o indispensável, ou não nos dermos de todo, com a família, se não mantivermos relações de amizade nunca vamos sofrer com os problemas que a vida traz ás pessoas de quem gostamos, nunca vamos ter discussões, nunca vamos sofrer com perdas. Eu sempre achei que essa ideia de vida é simplesmente ridícula e que os bons momentos compensam pelos maus. Além de que precisamos ter de pessoas na vida que sabemos que vão estar lá sempre para nós, aconteça o que acontecer. Já aqui falei várias vezes da importância que a minha família tem na minha vida, de serem o mais importante que tenho e sem dúvida o melhor. São uma parte de mim, é isso que a família deve ser. 
É por isso que o dia de hoje, vai ficar sempre na minha memória como um dos piores dias da minha vida. É daquelas alturas em que um milagre era uma coisa mais do que bem vinda.  

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Convençam-se de uma coisa. Os irmãos mais novos têm sempre razão.

Conversa entre mim e a J. (também conhecida por irmã mais velha).


A sério que não sei porque é que ela não me deu ouvidos. Eu tenho sempre razão. Ela agora tinha um vestido. 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Constatação fantástica do dia.

Roupa de bebés é a coisa mais amorosa e cutxie cutxie de sempre. E aquelas em que parecem mini adultos, quase que dá vontade de engravidar só para poder trazer aquilo para casa. Isto se for menina.
Se for rapaz, já é uma grande seca. Não se pode comprar roupas com laços, nem brilhantes, nem flores. Nhe.
(A M. está agora de três meses! Yei! Ainda não se sabe o que é, mas com um primo (a) novo a caminho acho que vão começar a ouvir falar muito de bébés :P )