Mostrar mensagens com a etiqueta Jóias de Família. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jóias de Família. Mostrar todas as mensagens

domingo, 4 de dezembro de 2011

Que saudades desse tempo!

Hoje, enquanto começávamos os preparativos para o almoço de anos do D. (Já agora, parabéns D. Estás a fazer sentir-me extremamente velha e não gosto dessas coisas!) a C. vem ter connosco a medo e pergunta à mãe se já podia descer. A minha tia diz que ainda é cedo e porque não aproveita para ir mais um bocadinho para a cama. 
"Mas mãe, já são quase 10 da manhã! E eu estou desde as 8,40h a fazer tempo para serem horas de levantar!".
Como eu tenho saudades do tempo em que levantar cedo não era um tipo de tortura medieval! 



Ps. - Entrámos em Dezembro, por isso está oficialmente aberta  a época de Natal aqui na casa, como já devem ter reparado pela decoração. Preparem-se, a nostalgia natalícia só acaba em Janeiro. (Sim, eu sou uma criança que gosta muito do Natal!)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Completa a frase: Sabemos que estamos a ficar velhos, quando...

No meu caso é quando em conversa com a minha prima C., de nove anos, o maior drama actual da vida dela é a amiga dela, a J. que está apaixonada pelo A. e a outra amiga dela (cujo nome está ligeiramente esquecido) que está apaixonada pelo G. No entanto nem o A. nem o G. querem saber delas porque estão apaixonados pela minha prima. Uma pequena femme fatale de 9 anos. Infelizmente, não corre na família. 
Para completar, a minha prima não quer saber dos outros porque está completamente apaixonada pelo J.B. que não quer saber de miúda nenhuma, embora tenha algumas atrás, porque é o melhor aluno da turma e nessa situação, precisa lá de namoradas para alguma coisa? 
E isto meus queridos, é o que tira o sono à minha prima C. O amor da vida dela ser demasiado bom aluno para ter namoradas e não querer nada com ela. 
Ahhhh, como eu tenho saudades da infância.


E vocês, quais são as situações que vos fazem perceber que estão a ficar assim para velhotes? 

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Laços de família.


Há alturas em que não nos podemos ver à frente. Há outras em que quase nos matamos por causa de discussões estúpidas que vamos esquecer uns minutos depois. Em que gozamos uns com os outros até à exaustão. Situações em que usamos o facto de nos conhecermos tão bem para conseguirmos que façam as nossas vontades.
E depois há aquelas alturas em que se um está mal, todos estamos mal. Porque no fundo estamos todos juntos e ninguém consegue estar bem se houver algum de nós que não o está. O problema de um passa a ser problema de todos. No fundo a família é mesmo isso, é sermos todos diferentes, andarmos todos a ritmos diferentes e com vidas opostas, conseguirmos-nos adorar e odiar numa questão de segundos, mas esquecer qualquer parvoíce e estarmos sempre juntos nos momentos que importam. É fazer tudo uns pelos outros, porque somos todos parte do mesmo. Somos uma família, para o bem ou para o mal. 
Por isso nenhum de nós vai estar bem enquanto tu não estiveres bem. E todos vamos estar bem, quando tu voltares a estar bem. 
Força T. :) 


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Há dias em que se eu pudesse!!!

Sim, sim, eu sei que a família é o nosso maior apoio e que sem ela não éramos nada, mas há dias, há alturas em que se eu pudesse... ah, eram corridos a dois pares de estalos e um copo de água fria!
Razão tem o Matt Groening (o senhor que criou os Simpsons, que são praí dos melhores cartoons de sempre!) , quando disse que : "Families are about love overcoming emotional torture." 


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Ainda do Facebook...

Como se não bastasse o pedido de amizade, que visto que é meu pai não há volta a dar a não ser aceitar, a coisa não fica por aqui.
Agora mandou-me um pedido de relação familiar, em que me identifica como pai (não estavam à espera desta, han?). Já não bastassem os 52423 primos que lá tenho identificados, mais a irmã e o cão e o vizinho do lado, agora também lá tenho o pai.
Rapazes giros e milionários que porventura andem à procura de mulher no facebook, o senhor que me deu origem já fez questão de os espantar a todos. Qual é o milionário que vai querer uma miúda com pai que até na página social anda a dar o ar da sua graça?
Pai, o senhor que à 21 anos me tenta levar para uma vida do mais puro celibato! (E o pior é que nem anda a ser mal sucedido de todo!)

E antes que fiquem aí já a pensar, a minha página do facebook está fechada a estranhos. Até mesmo a estranhos milionários. Hmm, isso pode explicar algumas coisas...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Meeeeeedo!

O meu pai acabou de me adicionar no facebook!
O que eu temi este dia!

domingo, 18 de setembro de 2011

O nome dele é Mias. Jeremias.

Corria uma noite de Setembro no Algarve. Um grupo de pessoas decide ir dar uma volta à praia a meio da noite, porque a ressaca da anterior ainda era forte demais para uma repetição de dose. A caminho da praia existe um canteiro onde a rega automática está ligada. 
No meio de um dos arbustos do canteiro ouve-se um miar. Continuamos a andar sem ligar muito até que se ouve outro miar. E perdido algures no meio dos arbustos, em que a Catarina e a S. se viram e desejaram para arrancar o bicho de lá dentro que se prendeu lá mal sabe ele como, apareceu o Jeremias (ou Mia, porque ainda não temos certeza absoluta do sexo). Um gato bebé que ainda mal se aguenta nas patas, que cabe na palma de uma mão, gosta de beber leitinho dos dedos, que se ia atirando para dentro do balde do chão e se perdeu atrás do frigorífico. Que é uma coisa amorosa que só ela, em que até o macho do grupo tirou o casaco para o animal não passar frio, porque já sabe que todos os gatos passam frio quando estão uns  20ºC.  
Apresento-vos o recém chegado, que com pouco mais de umas horas na família, se está prestes a  tornar o gato mais mimado da história. 









E de repente, a família aumenta.

Chegámos 10 ao Algarve, voltamos 11 para Lisboa.
Mostro-vos a foto da coisa mais cutxie cutxie do mundo assim que chegar a Lisboa e ter acesso ao meu portátil! 
Preparem-se. A fofura da coisa provoca reacções estranhas mesmo nas pessoas mais contidas!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Agosto é mês de família Avec. Episódio 3.

A família paterna ainda é grande quando está toda reunida. E como tal, existem crianças, que fazem o que qualquer criança normal faz: estragos, barulho e birras.
Eu e as minhas primas estávamos a meio de uma conversa que estava com uma certa dificuldade em fazer-se ouvir devido à intensidade do ruído provocado por mini sementes do diabo com microfone integrado. De repente, a minha prima S. que tal como toda a gente com uma audição de pelo menos 10% estava já ligeiramente surda com o barulho das miniaturas, disse a frase mais sábia que já lhe ouvi dizer em anos de vida: 
- Quanto mais vejo os miúdos de hoje, mais gosto de cães. 

domingo, 21 de agosto de 2011

Agosto é mês de família Avec. Episódio 2.

O tio mais velho, divorciado à uns anos veio apresentar a namorada nova, uns bons anos mais nova do que ele. 
Quando a vi pela primeira vez, ele disse-me:
- Catarina, esta é a namorada vinte e cinco.
E quando eu estava a perguntar o nome da senhora, antes que ela pudesse responder, o meu tio responde:
- Vinte e cinco. Podes chamá-la vinte e cinco. 

sábado, 20 de agosto de 2011

Agosto é mês de família Avec. Episódio 1.

Estão a ver nas séries e nos filmes, em que há sempre um tio solteiro, a entrar nos quarenta, mulherengo e que bate muito mal da cabeça? Esse é o meu tio N., o mais novo dos irmãos do meu pai. E "bater muito mal da cabeça", no caso dele é um eufemismo.
Ontem resolveu tentar oferecer aos elementos femininos da família uma data de pulseiras e de fios que trouxe com ele de França e quando nós lhes perguntámos porque raio é que ele andava com uma data de bijutarias atrás, a resposta dele foi:

"Eu convido-as para passarem o fim de semana em minha casa, elas levam malas para um mês. Quando eu lhes pergunto se estão a pensar em mudar-se para lá e que devem estar é malucas da cabeça, vão-se embora todas chateadas e deixam isto tudo para trás."

Meus amigos, sejam bem-vindos á família A. 

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

É triste, na realidade. E ligeiramente embaraçoso ter de andar com eles na rua a dizerem "je mon fou" e coisas dentro do género de cinco em cinco segundos em voz extremamente alta.

O fim das férias. Adeus Algarve, até um dia. É sempre tão triste o dia em que tenho de me despedir de ti! 
Agora na countdown dos últimos dias de férias, Agosto nem era a mesma coisa sem a família Avec toda reunida em Portugal. Que basicamente é a parte paterna toda e são mais que as mães.
Desde primos com sacolas da Burberry e terços brancos ao pescoço a primos com cintos da D&G,  a tios com os polozinhos da Lacoste e sapatilhas da Nike, este mês é sempre uma série de comédia sem ter de ligar a televisão. Esperam-se novos episódios entretanto. 
Ahhh, como eu adoro emigrantes! 

* E antes que me comecem a mandar pedras, não, não faço ideia de se o Francês no título está bem escrito. É bastante provável que esteja errado, mas perder 10 segundos a ir ao google tradutor é mais do que a minha preguiça pode aguentar, meus senhores. 


segunda-feira, 11 de julho de 2011

A minha família é a minha desgraça.

Ir a um restaurante chinês em que já se conhece o dono, jantar entre primos e "não primos mas é como se fossem, por isso também são" o que dá p'ra lá de bastante de vinte, por outras palavras, é:

- embebedar-se toda a gente
- posteriormente embebedar o chinês dono e os chineses empregados
- o chinês dono chegar a uma altura que fecha o restaurante para nós
- fazer guerras de pauzinhos em cima do balcão
- beber penaltis a segurar os copos só com pauzinhos
- beber o sakê nojento do lagarto de penalti da garrafa
- ajudar a lavar a louça do restaurante ao mesmo tempo que dançamos kuduro na cozinha
- sair efectivamente do restaurante perto das 5h da manhã depois de termos despejado metade das garrafas de vinho do restaurante, dos dois dos chineses estarem a dormir numa mesa, ajudado a arrumar a cozinha, que nos estado em que estávamos não ficou muito melhor do que já estava (mas o que conta é a intenção), do dono nos ter oferecido uma garrafinha de saké, felizmente não a do lagarto e nos pedir para voltarmos para a semana. 

(E sim, pagámos a conta, não fiquem por aí a pensar que somos uma família de caloteiros!)