domingo, 17 de junho de 2012

A C.


- A C. faz filmes na cabeça que não cabem na cabeça de mais ninguém. Aliás, não faz filmes. Faz temporadas inteiras de telenovelas de Globo. Nos dias em que está mais inspirada, novelas da TVI. 

- A C. anda desde 1900 e troca o passo a melhorar as minhas capacidades de detective particular. Mesmo nas situações mais parvo-embaraçosas. E mesmo quando eu lhe peço de joelhos para não fazermos isso. 

- A C. vive na minha cidade de origem, pelo que as telenovelas descritas em cima quando são feitas via telefone me fazem ter ataques de riso no meio da rua que leva as pessoas a desviarem-se de mim. Não, não é uma coisa bonita. 

- A C. tem opiniões e visões de vida que atentam directamente contra as minhas, o que dá discussões de horas. Não sei como nunca nos chateámos. Inexplicavelmente, somos amigas à aproximadamente uns 18 anos. É a minha amiga mais antiga e com quem mais partilho histórias de vida.

- A C. conhece-me melhor do que ninguém. Às vezes acho que até melhor do que os meus próprios pais. Ela não se deixa enganar pelo meu charme irresistível. (Não disse piada nenhuma... parem lá com as gargalhadas!) 

- Eu e a C. somos completamente pessoas opostos. Temos gostos diferentes, ideias de vidas diferentes, grupos de amigos que não têm nada em comum uns com os outros. Vivemos vidas completamente diferentes e a única coisa em comum na nossa vida é mesmo o facto de termos crescido juntas e sermos amigas.

- Eu e a C. seguimos caminhos de vida completamente opostos, mas de alguma forma a nossa amizade nunca mudou e apesar de raramente estarmos de acordo, continuamos a apoiarmos-nos indiscutivelmente e continuamos a ser melhores amigas da mesma maneira que éramos quando ainda não estávamos sequer na escola primária.

- A C. faz hoje anos e como pessoal especial que ela é para mim, apesar de não poder estar fisicamente com ela não podia deixar passar este dia.

Parabéns C. :)
Que venham muito mais anos de discussões inúteis contigo e aventuras completamente idiotas onde de alguma forma nos conseguimos sempre meter :) . 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

3. O que não pode faltar no meu Verão

O meu Verão é muito simples. Gosto mesmo é do tradicional, da praia, do Algarve, da comidinha boa, das farturas, dos avecs e especialmente do não fazer nada.
Portanto, existem apenas quatro coisas essenciais que não podem de todo faltar no meu Verão, ou já fica tudo estragado até ao ano a seguir.



1. Comida Boa

Especialmente a comida de verão, que inclui saladas (sim, eu que sou uma pessoa que parecendo que não, gosta mesmo de saladas), peixe grelhado, sardinhadas, fruta fresca especialmente os morangos, o melão e as cerejas que como aos kg e os sumos de fruta naturais. Adoro a comida de verão! Especialmente os gelados, Meu Deus, os gelados!!!
(Não se nota que eu sou uma pessoa que gosta mesmo de comer, pois não?)


2. Praia

Verão sem praia, não é verão. É preciso manter a tradição de escolher o bikini novo, lamentar a gordura a mais, queixar-me da água que deve estar gelada e esquecer isso tudo mal ponho os pés na areia. 
Isto é especialmente melhor se as praias forem as do Algarve, que eu adoro.
  (E eu vivo na Margem Sul com praia muito boa a uns 2km de casa, mas que fazer? O Algarve exerce um estranho fascínio sobre mim.) 



3. Livros

Sou uma pessoa um bocado viciada em livros, faço parte daquele grupo de pessoas que tem de ler sempre pelo menos duas ou três páginas antes de dormir. Até agora tenho quase sempre conseguido manter a minha meta de ler pelo menos dois livros por mês. Há meses em que sou mais preguiçosa e só vai um,  mas mesmo assim até nem estou muito mal. 
Mas há qualquer coisa com as tarde de verão, que faz com que ler um livro à sombra com o sol a bater á volta seja das melhores coisas da estação. 


4. As pessoas da minha vida

Os meus amigos e a minha família. Porque nada do que está em cima tem piada se não for acompanhada com eles. A vida sem as pessoas de quem gostamos à nossa volta não tem muito de atractivo. 


terça-feira, 12 de junho de 2012

Fenómenos muito estranhos a acontecer no mundo.



1. Loucura temporária do Realizador do filme Snow White and The Huntsman.

Eu sei que segundo reza a lenda a Branca de Neve era a miúda mais bonita de todas e veio roubar o lugar à outra. Mas quem, quem é que no seu perfeito juízo acha que esta rapariga...:

Kristen Stewart


... É mais gira do que esta mulher?
Que deve ser, juntamente com a Audrey Hepburn e outras que tal, das mulheres mais bonitas que alguma vez vieram ao mundo?  Tu deves andar louco, homem!

Charlize Theron


2. Divórcio da Luce e do Jaló

Tanto amor, um romance daqueles eternos e para sempre e agora separam-se?
Tanta coisa com a ex-mulher que era uma bruxa daquelas mesmo más de cabelos brancos e até fazia feitiços e quando menos se espera, "adeus, foi bom enquanto durou"? 
Basicamente foi só o tempo de fazer duas crianças e traumatizá-las para sempre com o nome que escolheram? (Mas que  lhes garante um futuro brilhante numa escola de malabarismo, no entanto)
Estão a fazer com que eu deixe de acreditar em romances a sério! Chuiif



Que é que se passa, mundo??
É este o sinal do fim dos tempos? 


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Catarina faz inquérito blogosférico.



Digam-me da vossa justiça.
Marca do biquíni: Sim, Nhé ou Nem Pensar? 

Coisas que me fazem uma certa confusão.


Eu sei. Eu sei que nesta altura e com este tempo só apetece ir para a praia ou para a beira de uma piscina com um mojito na mão. (Culpada, culpada... eu por mim já lá estava!) . E que qualquer desculpa é boa para ir para o sol tirar a cor de múmia enterrada nas profundezas à não sei quantos anos atrás.
No entanto num outro dia, numa das estações da linha de Cascais vi umas miúdas na paragem do comboio, em biquíni a apanharem sol sentadas na borda. E embora fosse uma paragem relativamente perto da praia, não era na praia e confesso que me fez uma certa confusão.
Acho que por muito giras que elas fossem (e eram!) não há necessidade de andar em biquíni por tudo quanto é lado, quando não custa nada por um vestido de praia ou mesmo só uns calções.
Posso estar a ser antiquada, mas acho que existe sempre um limite de quando e quanto se deve (ou não) mostrar. 
Ter elegância não significa necessariamente mostrar o máximo de corpo que se consegue e é daquelas coisas que nunca fica mal, seja qual for a circunstância.