quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Catarina pede a vossa ajuda!

Este fim de semana tive uma sobrinha nova. Era suposto ser um sobrinho, mas ela enganou-nos bem a todos e saiu uma rapariga, a Mel. 
Alguém com um QI do tamanho de um número de sapatos e um conhecimento praticamente nulo sobre gatos tirou-a à mãe muito mais cedo do que devia, a veterinária disse que ela não tem mais de um mês e (muito) pouco e devia estar na ninhada pelo menos mais um ou dois meses. O que significa que é muito pequenina, exige muitos cuidados e mais atenção do que um gato exige normalmente. 
Isto não seria um problema se não fosse a minha sobrinha mais velha. A Mini tem três anos e foi apanhada ainda muito bebé, foi rejeitada pela mãe e estava a morrer à fome e subnutrida (ninguém diz isso se a virem agora, está gorda como um texugo!), tinha 250 gr quando a minha irmã a apanhou e pelo menos 100 delas eram pulgas e sujeira. Desde aí que é uma gata de apartamento e não está habituada a ter contacto com outros gatos. Como gatos são animais muito territoriais, ela não está a aceitar a irmã mais nova bem. Se ela fosse mais velha punham-se as duas juntas e elas acabavam por se entender depois de umas bufadelas, mas a Mel é tão pequenina que não tem hipótese de se defender, pelo que tem de ficar na marquise até ser mais velha e poder aguentar com a outra. 
Mas parte o coração ver a pequenina do lado de fora a arranhar a janela e a miar por atenção e a Mini da parte de dentro a bufar e a rosnar para a janela como quem diz: "Vai-te embora minha parva que eu estava cá antes!". 
Já nos fartámos de procurar informação na Internet e perguntámos à veterinária e ela diz que é uma questão de tempo e paciência até a mais velha aceitar a outra. E basicamente é isso, tempo, paciência, tempo, paciência, tempo, paciência. Mas entretanto a Mel tem de ficar praticamente o dia todo na marquise porque se entra em casa temos medo que a Mini a ataque e a magoe a sério. 
Por isso, amantes de gatos desse lado do ecrã, alguma dica maravilhosa de como fazer a adaptação mais rápida e de preferência de forma indolor? 
É que entretanto a pequenina está lá fora a miar em desespero por atenção que quase dá vontade de chorar e a mais velha está demasiado ocupada a destruir a árvore de natal para se importar. 

Esta com ar de má e alapada na manta, é a Mini.

Esta miniatura é a Mel, que supostamente devia ter sido um Chuck e que come mais que um pequeno país em África.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Por favor, esclareçam-me.

É mesmo verdade que já estamos em Dezembro ou alguém  me anda a tentar enganar? 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Ah ah ah! Ai que eu não aguento!

Coisas que me fazem rir durante dez minutos e me alegram o dia? 
Descobrir que a Margarida, "famosa" por ser a ex-presidente do clube das virgens e que entretanto descobriu o que andava a perder, juntou-se a um loiro plastificado qualquer e decidiram fazer uma música, se é que se pode chamar isso, dedicada ao Cláudio e à Jessica da Casa dos Segredos 3. 
É daquelas coisas tão, tão, tão terríveis que quase se tornam boas. E valeu-me uns bons minutos de riso com as lágrimas quase a virem-me aos olhos. 
Por favor, vejam! E atentem na letra, prometo que não se arrependem! 


"Quero ter muitas barbiezinhas contigo, mas aqui há câmaras..." 
AHAHAHAHA

Sabem aquela sensação?

De que a vida está a passar depressa demais e vocês estão parados no mesmo sítio a vê-la passar mesmo à vossa frente, cada vez mais rápido e sem se conseguirem mexer? 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Sim, estou viva! E com exactamente a mesma quantidade de estupidez de sempre!

Passei por uns dias algures entre os negros e a vontade de não fazer nadinha. Passei por algumas "Primeiras Vezes" que preferia realmente não ter passado, mas life goes on e aqui estou eu. 
Posso dizer que a melhor coisa que aconteceu este mês foi ter feito Banana Cream Pie pela primeira vez e descobrir que me habituava a comer aquilo todos os dias. (Sim, não foi o melhor mês de sempre, mas then again ... não está a ser de todo o melhor ano de sempre.) 
Estou de volta, juro que estou! Não melhor do que nunca, mas pelo menos melhor.